O Irmão Esportista XIX – Meu Niver de 21 aninhus.
Dia 06 de Março de 2004, véspera do meu niver, eu estava numa tranqüila na rede lá na casa da praia, pois estávamos na praia desde sexta dia 05. estava lendo um livro muito legal Nas Margens do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei do Paulo Coelho, bem linda a história quando o seu Rodrigo chega e deita na rede comigo.
- Da uma vaguinha ai. Disse ele se sentando.
- Ah Mano tem outra rede ali ó, assim você atrapalha a minha leitura. Falei apontando com o dedo a outra rede.
- Eu quero sentar aqui com você. O que tais lendo?
- Nas Margens do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei. Do Paulo Coelho.
- É legal? Fala de que?
- Fala da face feminina de Deus, a história desenvolve com um romance, aix bem lindu.
- Uhm... coisa da faculdade você não lê.
- Ai nem vou responde. Falei e voltei a ler.
Não demorou muito ele começou a me incomodar, ficava se mexendo, até que começou a me dar chutes. E eu cada vez mais brabo revidava e ele só ria. Até que ele me estressou.
- Da pra fazer o favor de parar. Disse bem brabo.
- Nossa, ta brabo ta? Hahahahhahaa... maior criança.
- Nossa quanto tempo pra perceber isso.
- Te fode então.
- Idiota.
- Quem é idiota? Disse ele
- A pessoa que esta aqui nessa rede comigo me enchendo o saco.
- É?
- Éeeeee.... respondi
- Então toma. Ele me deu um soco no braço.
- Para.
- Não. E me deu outro
- A é? Então leva também. Dei um soco nele, mas coitado de mim, ele mal sentiu.
- Quem disse pra você me bater em? oh na cara oh. Ele dava tapinhas na minha cara e ria.
- Vai toma no cu, para. Já falei gritando com ele.
- Tu vai ver quem é que vai tomar no cu. Bixinha. A eu me queimei e comecei a dar soco, tapa, chute, o que desse de fazer eu fazia, objetivo era acertar ele.
- Hahahahahha nossa ta violento em? hahahahah vai me acerta, hahhahahahhaha não tem nem força. Ate que ele me segurou pelos braços e trancou minhas pernas embaixo das dele.
- Me solta. Eu me debatendo, hahahhaha não demorava muito a rede arrebentava.
- Hahahahhahahaha fracote, ohhh ohhh galinho de briga, hahahahhaha.
- Para me solta seu cavalo, ridículo.
- Cala boca, na hora que eu quiser eu te solto... hahahahhaha.
- A ta então ta... comecei a berra. PAAAIIEEEEEEEE... olha o manu me batendo.. o PAIIIIIII... virei olhei pra ele e ri da cara dele...
- Bebezinho, tem que ficar chamando o pai... neném oooo neném.... hahhahahahha
Ate que o pai chegou.
- Já estão se estranhando vocês dois, vão crescer quando em?
- Ele que começo pai, eu tava aqui lendo meu livro e ele veio torra o saco esse idiota.
- Cala boca pirralho.
- Calem a boca os dois, Rodrigo, vai lavar meu carro, e Fernando pra dentro ajuda sua mãe. E chega de brigas vocês, querem entra pro pau igual quando eram crianças?
- Mas pai. Tentei argumentar.
- Chega, não tem pai, mãe. Meu pai tava brabo.
- O Rodrigo ainda saiu tirando sarro de mim. Aiii qui ódiooooooooo.
O que eu tinha esquecido de falar é que essa noite o pai faria um churrasco pra comemorar meu niver, então viria um povinho que eu convidei. Durante a tarde toda eu fiquei em casa ajudando a mãe na cozinha, maionese, salada e pão, o manu com o carro pra lá e pra cá, o pai na carne... hehehhehe nada como a tradição gaúcha de um bom churrasco, meu pai é mestre. Então minha tarde correu por causa dos preparativos, não seria nada assim grande, viriam apenas alguns amigos da facul, família e tal.
A noite depois de um bom banho tomado e bem arrumado para esperar os convidados, meu celular toca.
- oi meu xelu. Era o Dé no fone.
- Oi meu gatinho. Disse ele
- Dé porque você não veio ainda?
- Nando eu vou mais tarde né, sou seu convidado porque estaria ai cedo? Não podemos começar a dar muito na telha né gatinhu.
- É verdade. Falei meio triste.
- Fernando por favor é véspera de seu aniversario, vai ficar triste por que?
- Aix Dé, sabe as vezes da vontade de sumir com você, pra um lugar onde eu possa te abraçar no meio da rua, te beijar e dizer que você é meu homem sem precisar ficar cuidando pra ver se os outros estão vendo ou não. Aixxxxxx...
- Fernando, você sabe que não é assim, um dia quem sabe, mas não estamos juntos? Então, quero um sorriso nesse rosto em, depois conversamos sobre isso.
- Ok...
- Eu já falei com a Liana e a paty, eu as levo. Disse ele.
- Ta bom... e meu presenti? Hehehhehehehhe
- Seu presente ta bem guardado. Ele disse com uma vozinha bem maliciosa.
- Uhmmmm... hehehhe beijos amor.
- Beijos, se cuida, ate a noite.
- Xau.
Aixxxxx... (meu aix já ta taxado né? Hahhahah e daí hahahhahah) desci né e fiquei esperando o povo, o manu também já estava pronto, o pai também, só a mãe que estava se arrumando, aixxxx mulheres...
Os primeiros a chegar foram meus tios, e a primarada toda, a pirralhada e os gatinhos, hahahhah ué olhar não é pecado é? Hahahahhah.. e lá vai seu Fernando recebê-los, fazer aquele papel básico de “Não precisava de nada” quando recebia um presente, como manda a boa etiqueta, hahahhahhah... levando cascudo dos primos mais velhos e servindo de brinquedo de parquinho para os mais novos que sempre teimam em trepar em você... (no bom sentido seus maliciosos)
Minhas tias por outro lado me agarrando e me beijando, tenho uma tia que é meio louca, irmã de meu pai, a mais novinha da família, pra vocês verem ela tem apenas 27 anos. Retornando ao assunto, ela é um saco porque desde pequeno ela me pinta inteiro de caneta me desenhando, claro que hoje eu não deixo mais, mas ela vive grudada em mim, e é nandinho pra cá, nandinho da titia pra lá e eu agüento né. Até que chegaram meus primos de POA (Porto Alegre) lembra, o Marcos do Lucas e da CAROL, é aquela prima que da em cima do Rodrigo. Pois bem.
- Tio César tudo bom?
- Feliz aniversario Fernando, muita saúde, paz, que o resto a gente corre atrás não é verdade? Disse ele
- É mesmo. Ele me deu um abraço.
- Oi nando, feliz aniversario. Era minha tia Clarisse, mulher do tio César.
- Obrigado tia.
- E ai nando beleza cara? Feliz aniversario. Era o Marcos.
- Obrigado.
- Oi nando, beijo na prima, feliz aniversario. Era a Carol.
- Obrigado prima. MORRAAA eu pensava comigo mesmo. Hahahhahahahha...
- E ai seu Fernando, da um abraço no primo. Feliz niver primo. Era o Lucas.
- O Nando espero que goste. Ele me entregou um pacote.
- A cara não precisava. (eu disse) hahahhhaha
- Pelas minhas investigações eu achei que esse seria de sua preferência.
- Uhm deixa eu abrir. Era um cd do Nenhum de Nós acústico 2.
- Puts cara e como eu gosto, poxa valeu mesmo.
- É, seu irmão disse que você gostava. Nos demos mais um abraço.
- E ai nando, gostasse? Era o Marcos vindo de dentro de casa depois de cumprimentar todo mundo.
- Cara muito animal...
- Vamos escutar então, cadê o som? Perguntou ele.
- No quarto, vamos lá.
Nenhum de Nós é uma banda gaúcha, muitooo boa, sério mesmo quem puder compre o cd, é música de qualidade com letra, tudo é muito show. E lá no quarto com o mesmo cheio de primos, ficamos escutando.
- “Esse foi um beijo de despedida, que se da uma vez só na vida, explica tudo sem brigas, e clareia o mais escuro dos dias, tudo bem se não deu certo, eu achei que nós chegamos tão perto, mais agora com certeza eu enxergo, que no fim eu amei por nós dois... mas você lembra, você vai lembrar de mim, que o nosso amor valeu a pena, lembra é o nosso final feliz, você vai lembrar vai lembrar sim... (Você vai lembrar de mim)
era eu cantando ta, ainda bem que não da pra ouvir se não eu perderia os leitores, hahahahahhahah.
- Cara muito show, valeu mesmo.
- Legal legal, disse o Lucas.
- Fernando!!!!!! Era minha mãe chamando.
- Oi mãe?
- Seu tio e seu tia chegaram vem recepcioná-los. E lá fui eu.
Voltando pro quarto.
- “Você não ligou quando eu disse para ter cuidado, tinha razão você precisa ser livre. (bis)”. (Das coisas que eu entendo).
- “Por que você não disse que viria, logo agora que eu tinha, me curado das feridas, que você abriu quando se foi, porque chegou sem avisar, eu queria tempo pra me preparar, a roupa limpa a casa em ordem e um sorriso falso pra enganar... eu não entendo a sua volta, não entendo sua indecisão, num dia sou seu grande amor no outro dia não, não, não...” (Eu não entendo)
- “Se eu cantar não chore não, é só poesia, eu só preciso ter você por mais um dia, ainda gosto de dançar, bom dia, como vai você?” (Um girassol da cor do seu cabelo)
- “Amanhã ou depois, tanto faz, se depois for nunca mais, nunca mais...” (Amanhã ou depois)
- “Acho que era julho de 83... ...Adolescência vazia, eu tinha quase 16, ninguém me compreendia e eu não compreendia ninguém.” (Julho de 83)
- “Não vou mais me segurar, vou deixar que você se vá, não vou mais me segurar vou deixar que você se váaaaaaaa... váaaaa...” (Vou deixar que você se vá)
- Flores na cabeça, nossos pés descalços, nossa vida toda de paz e amor... flores na cabeça, nossos pés descalços, nossa vida toda de PAZ e AMOR.” (Paz e Amor)
- Cara essa é a melhor música desse cd, muito showwwwww... eu disse.
- Paz e amor? Perguntou o Marcos.
- Aham!!!.
- FERNADO????
- OI? Alguém me chamou e eu respondi.
- Filho seus amigos da faculdade.
- Já vou.
Quando desci reconheci a Maria Helena e seu Marido o Marcel, a Deise e a Eliane.
- Oi, tudo bom?
- Oi Nando parabéns. ...
E assim se sucedeu com todos, cumprimentos, presentes, para depois apresentá-los a minha família. “Minha Mãe, meu pai, meu irmão... “ hhehhehe básico né. E assim se passou mais uma hora mais ou menos ate o carro que eu mais esperava entrar no pátio de casa. Aixxxx, vem ele ali dirigindo, com as minhas amigas, ele me olhando, depois descer do carro todo sorridente, com uma ropinha social, aiiiixxxxx...
- Oi Nandoooooooo... parabéns meu amorrrr... adivinha quem era? Hahahhahahahhah acertou quem apostou na Liana é claro.
- Oi Lia, aixx que bom você aqui.
- JURAAAAA que eu vou perder essa festa, nem morta e enterrada.
- Hahahhahahhaha... te amo.
- Também, aixxxxx 21.... aninhus Nando você já vai poder colocar silicone...
- Cala boca, hahahhahahahhahahahhahahha...
- Parabensssssss... Óh é pequeno porque eu não queria gastar dinheiro com você. Falou ela na maior me entregando um pacotinho.
- Uhm.... hahhahahahha... aixx qui lindooooo... era uma tornozeleira e uma fitinha de nossa senhora aparecida.
- Bigadinhu....
- Foram 10 reais os dois...
- Chata. Agora sai que quero dar um abraço na paty.
- Vai vai.... Dona Anaaaaaaa.... e lá foi ela atrás da minha mãe, coitada.
- Parabéns Fernando, muitas felicidades, muita paz e saúde pois o resto a gente que consegue. Aixxx a paty é muito fofa com esse ar serio dela.
- Obrigado paty. E assim conversei com a paty até o Dé vir.
- Feliz aniversario Fernando. AAAAAAAIIIIIXXXXXXXXXX.... que fooooofffuuuuuu...
- Obrigado seu André.
Ele me deu um abraço e depois ficamos nos olhando, eu dizendo pra ele o quanto eu o amava somente com meus olhos que se seguravam pra não chorar. Com os lábios ele disse “Eu te amo”, eu quis beija ele agarra e berra que esse era o homem que eu escolhi pra viver comigo pra sempre, masssss... num podia né.
- Vamos lá no carro comigo? Disse ele.
- Aham. Eu todo faceiro achando que ele ia me dar um beijo.
- Entra! Ele disse.
- Pronto, e ai? Eu na maior “inocência” possível.
- É simples, mas é de coração e você vai saber o porque disso mais tarde. Ele falou me entregando um pacotinho me olhando bem serio, fiquei ate com o pé atrás.
- Há..... quando iria falar algo ele disse.
- Abre.
- Espera... uhmmm... Cd do Papas Da Língua acústico.... aixx brigado Dé.
- Agora vamos pra não dar chance de ninguém desconfiar de nada.
- Mas nem um beijo?
- Eu também queria, mas não Fernando, vamos.
- Saco.
Tudo transcorreu normalmente no restante da noite. Sentamos nas mesas, cantaram parabéns, eu fiquei roxo mais abapha o caso... e assim foi. O foda era mal poder dar atenção pro Dé, tinha que ficar fazendo sala pros primos, tios, amigos da faculdade, pai, mãe, irmão, e a Liana que não desgrudava de mim. O Guilherme tadinhu, num pode vir, ele me ligou pedindo desculpa dizendo que a mãe dele não estava muito bem, não era nada grave mais ele ficou com ela, disse que depois a gente conversava. Uma coisa que eu não deixei de reparar eram os olhares que rolavam entre Rodrigo e Carol, teve até uma hora que eu cutuquei a Liana e comentei com ela, e ela disse que também esteve observando isso, mas todo caso não era nada, acho eu.
Já era tarde, estavam em casa apenas o Dé a Liana e a família do tio César. Eram umas 23h quando o manu entra em casa com uma caixa grande meio pesada.
- Feliz aniversario pirralho. Disse ele.
- Obrigado manu, mas o que é isso?
- Seu presente, meu e do pai.
- Uhm... daí eu abri né.
- E ai gostou?
- Que legal, um DVD, nossa que show... fiquei ate espantado.
- Parabéns filho, espero que você tenha gostado. Disse minha mãe vindo me beijar.
- Claro mãe eu adorei, obrigado mãe.
- Parabéns meu garoto. Disse meu pai.
- Aix paiiiiiii... hehehhehehheh.
Perto da 00h o Dé veio conversar comigo e com a Liana pra darmos uma volta, claro que ele queria ficar sozinho comigo, mas tínhamos que achar um jeito de despistar meus primos. Deu que no fim, o Marcos não saiu por causa da namorada, o Lucas ainda não saia, mas a Carol, bem a Carol saiu com meu irmão, eu já saquei que rolaria algo, com toda a certeza. Com o André fomos eu a Liana e a Paty, mas na verdade deixaríamos elas na casa de uma prima, e sairíamos eu e o meu Dézinhu, hehehhehe.
Saindo de casa, fomos pra casa da prima da Liana e a deixamos lá com a Paty. Logo que saímos o Dé aprontou uma comigo, ele vendou os meus olhos e disse que iria me levar ate o meu presente, eu achando o máximo né. Rodamos um pouco de carro ate que senti ele parar o carro e conversar com alguém, logo em seguida o carro seguiu e foi parar num lugar fechado, uma garagem como fui perceber depois.
- Pronto, chegamos, mas nem pense em tirar essa venda. Espera que eu já volto.
- Ele desceu do carro e ouvi o ruído de ele baixar uma porta.
- Vem comigo. Nisso ele abre a porta e me ajuda a descer.
- Dé onde a gente esta? To com medo.
- Não fica assim, vem, você não confia em mim?
- Claro que confio, mas nunca ninguém fez isso comigo.
- Cuidado que tem um degrau.
Ouvi ele trancar uma porta.
- Posso tirar a venda?
- Claro. Nisso eu tirei.
- Meu Deus, onde a gente ta? Eu estava espantado
- Digamos que num lugar especial.
- A gente ta num motel?
- Aham... Gostasse?
- Aixxx que tuudoooo, eu nunca fui num motel... hahahhahahahha
- Então me beija. Beijei-o, mas eu estava mais interessado no quarto, hahhahahah.
- Nossa cama redonda, quanto espelho, nossa o que tem aqui? Aiii que luxxooo sauna, banheira, que lindo. Eu estava assustado mas muito empolgado, ainda não tinha caído a fixa do que se faz num motel, estava achando tudo o máximo, hahahahha.
- Nando? Disse o Dé parado olhando pra mim.
- Oi. AiIIIii que eu me toquei.
- Eu não ganho nada em troca?
- Claro meu gato, desculpa, mas tava tão fascinado, hehehhe primeira vez num motel, hahahhaha.
- E que tal a gente curti tudo isso? Temos a noite toda.
- Eu te amo. Eu falei.
- Eu também te amo meu nenem.
E ali no banheiro pertinho da banheira nos beijamos, o fogo começou a crescer, ele me prensou na parede e foi me beijando com volúpia, mas com muito carinho, eu já estava com saudades de sentir o meu homem me acariciando daquele jeito.
Eu podia sentir sua língua molhada entrar em minha boca e procura minha língua para acariciá-la, seus lábios pareciam mais carnudos do que de costume, seu cheiro estava diferente, tinha algo excitante no ar, que eu não costumava sentir antes, beijava aquela boca como a ultima vez, mordia seus lábios e ao mesmo tempo passava a língua por eles, queria sentir aquele beijo, aquele homem me acariciando me beijando me desejando, nos beijávamos de tal forma com tanta vontade que a região da boca e queixo já estava toda babada, passava minha língua por todo aquele pedaço do meu homem, queria deixá-lo louco, ardendo de tesão. As mãos do André não estavam mais procurando minhas costas e minhas nádegas como sempre o fazia, ele acariciava meu corpo, descendo de meu peito para minha barriguinha ate chegar em meu pênis que já estava muito duro.
Ao contrario de mim que também procurava seu pênis, mas não como antes, também apertava de mais aquela bundinha que é perfeita. Ele me beijava com intensidade, mordia meus lábios junto com sua respiração forte, me deixando louco. Aos poucos ele foi subindo ate chegar em meu ouvido, e depois de muitos beijos e mordidas em minha orelha, sussurrou algumas palavras.
- Hoje eu quero me entregar a você Fernando.
- Ahm?
- Quero me entregar a você, quero que me possua hoje nando.
- Péra, você tem certeza disso André? Eu estava espantado.
- Nunca estive tão certo em toda a minha vida, hoje você vai ser o meu homem nando.
- Mas você não faz passivo, não gosta.
- Mas hoje eu quero ser, só pra você, é uma prova de quanto eu te amo Fernando.
- Eu te amo. Falei baixinho olhando em seus olhos e mostrando aquele rapaz o quando eu realmente o amava.
- Então me beija.
Voltamos a nos beijar com vontade, mais intensamente e assim ele me arrastou ate a cama. Deitando em cima do meu amor, ficamos nos beijando ate que ele tirou minha camisa, e assim aproveitou que eu estava sentado sobre seu corpo, beijos e mordeu muito meus mamilos, deixando-os doloridos e molhados com sua saliva. Também fiz o mesmo com ele, tirando sua camiseta e beijando aquele corpo escultural que Deus me deu.
Num estante de muitos beijos e amassos, ele me virou ficando em cima de mim e assim foi beijando meus lábios, meu pescoço, meu peito, dando um trato mais especial a meus mamilos novamente, minha barriguinha na qual ele brincou muito com meu umbigo, colocando sua língua lá dentro ou passando-a em movimentos circulares por redor do mesmo. Descendo mais e chegando na altura de meu pênis começou a morder meu pau já duro que nem pedra sobe minha bermuda e cueca, ele mordia, as vezes agarrava com a boca e sacudia a cabeça como um cachorro sacudindo seu osso, mas sempre, olhando em meus olhos e fazendo carinha de menino safado. Não demorou muito para o Dé abrir minha bermuda somente o reco e abaixando minha cueca, tirar meu pau pra fora e assim iniciar um joguinho de tesão que me deixou doido.
O André segurava na base de meus pênis para segurar também minha bermuda que ele não havia retirado e assim com meu pau apontado pro alto, foi passando a língua de baixo para cima, as vezes dando aquelas mordidinhas no tronco de meu pau, mas sempre sem chegar a chupá-lo de verdade. Ficou nesse jogo, lambendo, beijando a glande, ate eu não agüentar mais e pedir:
- Chupa.
O André me olhou, deu um sorrisinho de safado, e caiu de boca, chupava ate o possível de sua garganta me enlouquecendo, às vezes chupava só a cabeça passando a língua de uma forma que me deixou louco. Olhar para aquele cara ativo, que na cama me dava um trato incomparável me deixando dolorido, agora estava ali me chupando, brincando com meu pau como se fosse um conhecedor no assunto, cara isso me levava a um transe incomparável de prazer. Teve uma hora que eu me controlei para não gozar, ele estava chupando meu cassete, parou e deu uma cuspida na minha glande deixando-a toda melada e assim voltou a chupá-la retirando meu pênis de sua boca mas deixando aquela babinha saindo de sua boca ate a cabeça de meu pênis, nossa que quase gozei de tento tesão.
- Vem Nando, me fode. Disse o meu Dé levantando e ficando de lado, levantando uma de suas pernas.
- Vai dar esse rabinho pro teu nando é? Eu estava completamente no clima.
- Mete vai.
Coloquei a camisinha e me arrumei atrás dele. Virando seu pescoço recebi um beijo muito caliente e sensual do meu gato. Para logo após ele mesmo se encarregar de direcionar meu pênis para o seu cuzinho.
- Vai cara, mete. Dizia ele.
- Vou mete gostoso em você André.
- Então mete.
E assim o fiz. Foi um pouco difícil pois ele não era acostumado e muito menos eu, mas aos poucos fui sentindo cada milímetro quente e úmido daquele rabinho do Dé, que a essa altura escondia a cara embaixo de seu próprio braço pela dor que sentia, sua respiração denunciava que ele estava com muito tesão, apesar da dor ele queria muito isso, no começo seu pau estava mole. Como eu estava com muito tesão, depois de sentir metade de meu pau dentro dele, segurei sua cintura e com uma força que nem eu sei de onde tirei, penetrei o restante de seu cuzinho com meu cassete, a única coisa que ouvi foi o gemido do Dé.
- Ai Fernando, vai com calma cara, ta doendo.
- Cuzinho maravilhoso Dé, puts de delicia isso. Eu não ouvia suas palavras, só me concentrava em meu tesão que aumentava cada vês mais minha metidas.
- Então mete meu gato, vai me fode... aiiii nandooo.
- Ta gostando né? Então sente.
- Vai cara, vaiiiiii... ahmmmmm.
Estava muito bom aquilo, nossa, aquele reto fazendo uma pressão sobre meu pau, sentir aquele local quente e úmido excitar minha glande, meu cassete inteiro, ouvir o Dé gemendo e sentindo prazer, nossa eu estava nas nuvens. O melhor momento estava por vir. Quando ele ficou de frango pra mim, nossa ai mesmo que eu consegui entrar fundo naquele rabo, nossa.
Eu olhava pro Dé e via ele fazendo varias caretas de tesão, prazer, dor tudo numa mistura hiper excitante. Eu metia fundo nele com uma violência que eu gostava de sentir em mim quando ele me penetrava, eu já estava suando e isso me deixava com mais tesão ainda.
- Me fode Nando, vai carinha.... ahmmmmm fode cara. Dizia o Dé pra mim.
- Ahh delicia André, vai abre mais essas pernas... ahhhhh deixa eu foder fundo vai....
Cara lembro do Dé pegando em minhas nádegas e forçando mais minhas estocadas e assim ele jogava a cabeça pra trás e gemia alto, putz como isso me excitava mais e mais. Eu já estava metendo rapidamente e controlando para não gozar pois estava muito bom, ate que o Dé vendo meu corpo suado (eu estava me apoiando com as mão do lado de sua cabeça) ele começou a passar a mão sobre meu peito e descer ate a barriguinha e assim voltar e sentir suas mão indo ate minha nuca e me puxando para um beijo alucinante, na qual foi o suficiente para eu começar a sentir meu pênis inchar e experimentar a sensação de sentir meu sêmen percorrer o canal da uretra e encher a camisinha de pura porra.
- To gozando Dé.... ahmmmmmmmmm
- Isso vai deixa eu goza também... ele começou a se masturbar e logo gozou.
- Ai cara que coisa boa... puts ahmmmmm... eu estava em extasy...
- Te amo. Disse ele passando a mão em meu rosto limpando o suor que escorria por ele.
- Também te amo... cai sobre seu corpo entrando num beijo lento e amoroso.
Nossas respirações atrapalhavam um pouco nosso beijo, mas não impedia de sentir o gosto de um beijo pós sexo misturado com o extasy do momento e o suor que corria principalmente de minha parte, o sal do nosso suor deixava aquele beijo mais fascinantte ainda. Ficamos ali ate descansarmos. Eu fui tomar um banho e o Dé preparou a banheira pra gente tomar um banho gostoso e relaxar. Entrar naquela banheira e ficar abraçadinho com ele foi a coisa mais maravilhosa. Muita espuma, o Dé encostado na borda da banheira quase sentado e eu deitado sobre seu corpo, escorado em seu peito... Claro que rolou mais vezes, eu penetrei ele mais uma vez e depois ele me penetrou. Antes de sairmos inda rolou uma brincadeira muito gostosa.
O André me colocou ajoelhado na banheira com meu corpo para fora ficando de costas para ele, que atrás de mim começou a me penetrar com seu dedos, aos pouco colocando mais e fazendo movimentos leves de penetração. Ele encostou seu corpo no meu e eu podia sentir seu pênis ereto colar em minha coxa, seu rosto ficou atrás da minha cabeça e ele falava coisas obscenas, mas excitantes ao extremo, mas sem parar de me foder com 3 dedos.
- Ahm? Ta gostando de sentir meu dedos no teu cuzinho em? ta né seu viado?
- Adorando aiii, vai mete mais vai..
- Abre essas pernas vai... ahmmmm delicia de cuzinho...
- AAAAaahhhhh caralho vai mais rápido não para... ele acariciava minha próstata me deixando maluco... ate eu gozar sem tocar em meu pau. Ele também gozou na minha cara para depois bater com seu pênis nela toda e espalhar sua porra por todo meu rosto.
Saímos do Motel eram umas 4:30h da manhã, ainda era escuro e ele me levou para a beira mar para vermos o sol nascer. Deitamos na areia e entre vários beijos presenciamos os primeiros raios de sol brilhar lá no fundo do mar, eu estava deitado sobre seu peito, os dois jogados na areia, ate que ele começou a cantar essa música...
- “Eu sei, tudo pode acontecer, eu sei, nosso amor não vai morrer, vou pedir aos céus, você aqui comigo, vou jogar no mar flores pra te encontrar...” sussurrando ao pé de meu ouvido eu não acreditava, o sol nascendo e eu ali com a pessoa que eu mais amava e ouvindo ele cantar essa música pra mim... comecei a cantar junto com ele e aos poucos fui me virando, olhando dentro de seus olhos.
- “Não sei, porque você disse adeus, guardei o beijo que você me deu, vou pedir aos céus você aqui comigo, vou jogar no mar flores pra te encontrar...” eu já chorava e via os olhos do meu Dé também brilharem e a primeira gota de lagrima rolar em sua face.
- You say godbye... não deixei ele terminar de cantar e olhando bem em seus olhos dizendo com a alma e com as palavras.
- Eu te amo André.
- Eu também te amo Fernando, você é a coisa mais importante na minha vi.... O beijei, um beijo de carinho, de amor... após um beijo desse nos abraçamos e ficamos ali apertadinhos. Era difícil de acreditar que esse cara estava ali comigo e fazendo eu me sentir uma estrela que brilhava no céu, amar e ser correspondido é a melhor coisa desse mundo. Ali ficamos ate o sol raiar
Cara como eu era feliz com ele, sabe essa noite especial, ele se entregar a mim para provar que me amava e que é comigo que ele quer passar o resto de sua vida, e agora esse momento, puts...
Depois que ficamos em silêncio, eu o abracei forte e agradeci a Deus por ele ter colocado alguém como o Dé no meu caminho. Queríamos ficar mais, mas o sol já estava pleno e não queríamos ser vistos por ninguém. Voltamos pra casa e fomos dormir... mas antes disso, ao chegar em casa meu pai já estava acordado e ao passar por ele para dar bom dia, ele não me olhou e passou direto me ignorando por completo. Estranhei muito, mas estava cansado de mais e fui dormir sem dar muita bola...
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