segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Meu Niver de 21 aninhus

O Irmão Esportista XIX – Meu Niver de 21 aninhus.


Dia 06 de Março de 2004, véspera do meu niver, eu estava numa tranqüila na rede lá na casa da praia, pois estávamos na praia desde sexta dia 05. estava lendo um livro muito legal Nas Margens do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei do Paulo Coelho, bem linda a história quando o seu Rodrigo chega e deita na rede comigo.
- Da uma vaguinha ai. Disse ele se sentando.
- Ah Mano tem outra rede ali ó, assim você atrapalha a minha leitura. Falei apontando com o dedo a outra rede.
- Eu quero sentar aqui com você. O que tais lendo?
- Nas Margens do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei. Do Paulo Coelho.
- É legal? Fala de que?
- Fala da face feminina de Deus, a história desenvolve com um romance, aix bem lindu.
- Uhm... coisa da faculdade você não lê.
- Ai nem vou responde. Falei e voltei a ler.

Não demorou muito ele começou a me incomodar, ficava se mexendo, até que começou a me dar chutes. E eu cada vez mais brabo revidava e ele só ria. Até que ele me estressou.
- Da pra fazer o favor de parar. Disse bem brabo.
- Nossa, ta brabo ta? Hahahahhahaa... maior criança.
- Nossa quanto tempo pra perceber isso.
- Te fode então.
- Idiota.
- Quem é idiota? Disse ele
- A pessoa que esta aqui nessa rede comigo me enchendo o saco.
- É?
- Éeeeee.... respondi
- Então toma. Ele me deu um soco no braço.
- Para.
- Não. E me deu outro
- A é? Então leva também. Dei um soco nele, mas coitado de mim, ele mal sentiu.
- Quem disse pra você me bater em? oh na cara oh. Ele dava tapinhas na minha cara e ria.
- Vai toma no cu, para. Já falei gritando com ele.
- Tu vai ver quem é que vai tomar no cu. Bixinha. A eu me queimei e comecei a dar soco, tapa, chute, o que desse de fazer eu fazia, objetivo era acertar ele.
- Hahahahahha nossa ta violento em? hahahahah vai me acerta, hahhahahahhaha não tem nem força. Ate que ele me segurou pelos braços e trancou minhas pernas embaixo das dele.
- Me solta. Eu me debatendo, hahahhaha não demorava muito a rede arrebentava.
- Hahahahhahahaha fracote, ohhh ohhh galinho de briga, hahahahhaha.
- Para me solta seu cavalo, ridículo.
- Cala boca, na hora que eu quiser eu te solto... hahahahhaha.
- A ta então ta... comecei a berra. PAAAIIEEEEEEEE... olha o manu me batendo.. o PAIIIIIII... virei olhei pra ele e ri da cara dele...
- Bebezinho, tem que ficar chamando o pai... neném oooo neném.... hahhahahahha

Ate que o pai chegou.

- Já estão se estranhando vocês dois, vão crescer quando em?
- Ele que começo pai, eu tava aqui lendo meu livro e ele veio torra o saco esse idiota.
- Cala boca pirralho.
- Calem a boca os dois, Rodrigo, vai lavar meu carro, e Fernando pra dentro ajuda sua mãe. E chega de brigas vocês, querem entra pro pau igual quando eram crianças?
- Mas pai. Tentei argumentar.
- Chega, não tem pai, mãe. Meu pai tava brabo.
- O Rodrigo ainda saiu tirando sarro de mim. Aiii qui ódiooooooooo.


O que eu tinha esquecido de falar é que essa noite o pai faria um churrasco pra comemorar meu niver, então viria um povinho que eu convidei. Durante a tarde toda eu fiquei em casa ajudando a mãe na cozinha, maionese, salada e pão, o manu com o carro pra lá e pra cá, o pai na carne... hehehhehe nada como a tradição gaúcha de um bom churrasco, meu pai é mestre. Então minha tarde correu por causa dos preparativos, não seria nada assim grande, viriam apenas alguns amigos da facul, família e tal.
A noite depois de um bom banho tomado e bem arrumado para esperar os convidados, meu celular toca.
- oi meu xelu. Era o Dé no fone.
- Oi meu gatinho. Disse ele
- Dé porque você não veio ainda?
- Nando eu vou mais tarde né, sou seu convidado porque estaria ai cedo? Não podemos começar a dar muito na telha né gatinhu.
- É verdade. Falei meio triste.
- Fernando por favor é véspera de seu aniversario, vai ficar triste por que?
- Aix Dé, sabe as vezes da vontade de sumir com você, pra um lugar onde eu possa te abraçar no meio da rua, te beijar e dizer que você é meu homem sem precisar ficar cuidando pra ver se os outros estão vendo ou não. Aixxxxxx...
- Fernando, você sabe que não é assim, um dia quem sabe, mas não estamos juntos? Então, quero um sorriso nesse rosto em, depois conversamos sobre isso.
- Ok...
- Eu já falei com a Liana e a paty, eu as levo. Disse ele.
- Ta bom... e meu presenti? Hehehhehehehhe
- Seu presente ta bem guardado. Ele disse com uma vozinha bem maliciosa.
- Uhmmmm... hehehhe beijos amor.
- Beijos, se cuida, ate a noite.
- Xau.

Aixxxxx... (meu aix já ta taxado né? Hahhahah e daí hahahhahah) desci né e fiquei esperando o povo, o manu também já estava pronto, o pai também, só a mãe que estava se arrumando, aixxxx mulheres...
Os primeiros a chegar foram meus tios, e a primarada toda, a pirralhada e os gatinhos, hahahhah ué olhar não é pecado é? Hahahahhah.. e lá vai seu Fernando recebê-los, fazer aquele papel básico de “Não precisava de nada” quando recebia um presente, como manda a boa etiqueta, hahahhahhah... levando cascudo dos primos mais velhos e servindo de brinquedo de parquinho para os mais novos que sempre teimam em trepar em você... (no bom sentido seus maliciosos)
Minhas tias por outro lado me agarrando e me beijando, tenho uma tia que é meio louca, irmã de meu pai, a mais novinha da família, pra vocês verem ela tem apenas 27 anos. Retornando ao assunto, ela é um saco porque desde pequeno ela me pinta inteiro de caneta me desenhando, claro que hoje eu não deixo mais, mas ela vive grudada em mim, e é nandinho pra cá, nandinho da titia pra lá e eu agüento né. Até que chegaram meus primos de POA (Porto Alegre) lembra, o Marcos do Lucas e da CAROL, é aquela prima que da em cima do Rodrigo. Pois bem.
- Tio César tudo bom?
- Feliz aniversario Fernando, muita saúde, paz, que o resto a gente corre atrás não é verdade? Disse ele
- É mesmo. Ele me deu um abraço.
- Oi nando, feliz aniversario. Era minha tia Clarisse, mulher do tio César.
- Obrigado tia.
- E ai nando beleza cara? Feliz aniversario. Era o Marcos.
- Obrigado.
- Oi nando, beijo na prima, feliz aniversario. Era a Carol.
- Obrigado prima. MORRAAA eu pensava comigo mesmo. Hahahhahahahha...
- E ai seu Fernando, da um abraço no primo. Feliz niver primo. Era o Lucas.
- O Nando espero que goste. Ele me entregou um pacote.
- A cara não precisava. (eu disse) hahahhhaha
- Pelas minhas investigações eu achei que esse seria de sua preferência.
- Uhm deixa eu abrir. Era um cd do Nenhum de Nós acústico 2.
- Puts cara e como eu gosto, poxa valeu mesmo.
- É, seu irmão disse que você gostava. Nos demos mais um abraço.
- E ai nando, gostasse? Era o Marcos vindo de dentro de casa depois de cumprimentar todo mundo.
- Cara muito animal...
- Vamos escutar então, cadê o som? Perguntou ele.
- No quarto, vamos lá.

Nenhum de Nós é uma banda gaúcha, muitooo boa, sério mesmo quem puder compre o cd, é música de qualidade com letra, tudo é muito show. E lá no quarto com o mesmo cheio de primos, ficamos escutando.
- “Esse foi um beijo de despedida, que se da uma vez só na vida, explica tudo sem brigas, e clareia o mais escuro dos dias, tudo bem se não deu certo, eu achei que nós chegamos tão perto, mais agora com certeza eu enxergo, que no fim eu amei por nós dois... mas você lembra, você vai lembrar de mim, que o nosso amor valeu a pena, lembra é o nosso final feliz, você vai lembrar vai lembrar sim... (Você vai lembrar de mim)
era eu cantando ta, ainda bem que não da pra ouvir se não eu perderia os leitores, hahahahahhahah.
- Cara muito show, valeu mesmo.
- Legal legal, disse o Lucas.
- Fernando!!!!!! Era minha mãe chamando.
- Oi mãe?
- Seu tio e seu tia chegaram vem recepcioná-los. E lá fui eu.
Voltando pro quarto.
- “Você não ligou quando eu disse para ter cuidado, tinha razão você precisa ser livre. (bis)”. (Das coisas que eu entendo).
- “Por que você não disse que viria, logo agora que eu tinha, me curado das feridas, que você abriu quando se foi, porque chegou sem avisar, eu queria tempo pra me preparar, a roupa limpa a casa em ordem e um sorriso falso pra enganar... eu não entendo a sua volta, não entendo sua indecisão, num dia sou seu grande amor no outro dia não, não, não...” (Eu não entendo)
- “Se eu cantar não chore não, é só poesia, eu só preciso ter você por mais um dia, ainda gosto de dançar, bom dia, como vai você?” (Um girassol da cor do seu cabelo)
- “Amanhã ou depois, tanto faz, se depois for nunca mais, nunca mais...” (Amanhã ou depois)
- “Acho que era julho de 83... ...Adolescência vazia, eu tinha quase 16, ninguém me compreendia e eu não compreendia ninguém.” (Julho de 83)
- “Não vou mais me segurar, vou deixar que você se vá, não vou mais me segurar vou deixar que você se váaaaaaaa... váaaaa...” (Vou deixar que você se vá)
- Flores na cabeça, nossos pés descalços, nossa vida toda de paz e amor... flores na cabeça, nossos pés descalços, nossa vida toda de PAZ e AMOR.” (Paz e Amor)

- Cara essa é a melhor música desse cd, muito showwwwww... eu disse.
- Paz e amor? Perguntou o Marcos.
- Aham!!!.
- FERNADO????
- OI? Alguém me chamou e eu respondi.
- Filho seus amigos da faculdade.
- Já vou.

Quando desci reconheci a Maria Helena e seu Marido o Marcel, a Deise e a Eliane.
- Oi, tudo bom?
- Oi Nando parabéns. ...

E assim se sucedeu com todos, cumprimentos, presentes, para depois apresentá-los a minha família. “Minha Mãe, meu pai, meu irmão... “ hhehhehe básico né. E assim se passou mais uma hora mais ou menos ate o carro que eu mais esperava entrar no pátio de casa. Aixxxx, vem ele ali dirigindo, com as minhas amigas, ele me olhando, depois descer do carro todo sorridente, com uma ropinha social, aiiiixxxxx...
- Oi Nandoooooooo... parabéns meu amorrrr... adivinha quem era? Hahahhahahahhah acertou quem apostou na Liana é claro.
- Oi Lia, aixx que bom você aqui.
- JURAAAAA que eu vou perder essa festa, nem morta e enterrada.
- Hahahhahahhaha... te amo.
- Também, aixxxxx 21.... aninhus Nando você já vai poder colocar silicone...
- Cala boca, hahahhahahahhahahahhahahha...
- Parabensssssss... Óh é pequeno porque eu não queria gastar dinheiro com você. Falou ela na maior me entregando um pacotinho.
- Uhm.... hahhahahahha... aixx qui lindooooo... era uma tornozeleira e uma fitinha de nossa senhora aparecida.
- Bigadinhu....
- Foram 10 reais os dois...
- Chata. Agora sai que quero dar um abraço na paty.
- Vai vai.... Dona Anaaaaaaa.... e lá foi ela atrás da minha mãe, coitada.
- Parabéns Fernando, muitas felicidades, muita paz e saúde pois o resto a gente que consegue. Aixxx a paty é muito fofa com esse ar serio dela.
- Obrigado paty. E assim conversei com a paty até o Dé vir.
- Feliz aniversario Fernando. AAAAAAAIIIIIXXXXXXXXXX.... que fooooofffuuuuuu...
- Obrigado seu André.

Ele me deu um abraço e depois ficamos nos olhando, eu dizendo pra ele o quanto eu o amava somente com meus olhos que se seguravam pra não chorar. Com os lábios ele disse “Eu te amo”, eu quis beija ele agarra e berra que esse era o homem que eu escolhi pra viver comigo pra sempre, masssss... num podia né.
- Vamos lá no carro comigo? Disse ele.
- Aham. Eu todo faceiro achando que ele ia me dar um beijo.
- Entra! Ele disse.
- Pronto, e ai? Eu na maior “inocência” possível.
- É simples, mas é de coração e você vai saber o porque disso mais tarde. Ele falou me entregando um pacotinho me olhando bem serio, fiquei ate com o pé atrás.
- Há..... quando iria falar algo ele disse.
- Abre.
- Espera... uhmmm... Cd do Papas Da Língua acústico.... aixx brigado Dé.
- Agora vamos pra não dar chance de ninguém desconfiar de nada.
- Mas nem um beijo?
- Eu também queria, mas não Fernando, vamos.
- Saco.

Tudo transcorreu normalmente no restante da noite. Sentamos nas mesas, cantaram parabéns, eu fiquei roxo mais abapha o caso... e assim foi. O foda era mal poder dar atenção pro Dé, tinha que ficar fazendo sala pros primos, tios, amigos da faculdade, pai, mãe, irmão, e a Liana que não desgrudava de mim. O Guilherme tadinhu, num pode vir, ele me ligou pedindo desculpa dizendo que a mãe dele não estava muito bem, não era nada grave mais ele ficou com ela, disse que depois a gente conversava. Uma coisa que eu não deixei de reparar eram os olhares que rolavam entre Rodrigo e Carol, teve até uma hora que eu cutuquei a Liana e comentei com ela, e ela disse que também esteve observando isso, mas todo caso não era nada, acho eu.
Já era tarde, estavam em casa apenas o Dé a Liana e a família do tio César. Eram umas 23h quando o manu entra em casa com uma caixa grande meio pesada.
- Feliz aniversario pirralho. Disse ele.
- Obrigado manu, mas o que é isso?
- Seu presente, meu e do pai.
- Uhm... daí eu abri né.
- E ai gostou?
- Que legal, um DVD, nossa que show... fiquei ate espantado.
- Parabéns filho, espero que você tenha gostado. Disse minha mãe vindo me beijar.
- Claro mãe eu adorei, obrigado mãe.
- Parabéns meu garoto. Disse meu pai.
- Aix paiiiiiii... hehehhehehheh.

Perto da 00h o Dé veio conversar comigo e com a Liana pra darmos uma volta, claro que ele queria ficar sozinho comigo, mas tínhamos que achar um jeito de despistar meus primos. Deu que no fim, o Marcos não saiu por causa da namorada, o Lucas ainda não saia, mas a Carol, bem a Carol saiu com meu irmão, eu já saquei que rolaria algo, com toda a certeza. Com o André fomos eu a Liana e a Paty, mas na verdade deixaríamos elas na casa de uma prima, e sairíamos eu e o meu Dézinhu, hehehhehe.
Saindo de casa, fomos pra casa da prima da Liana e a deixamos lá com a Paty. Logo que saímos o Dé aprontou uma comigo, ele vendou os meus olhos e disse que iria me levar ate o meu presente, eu achando o máximo né. Rodamos um pouco de carro ate que senti ele parar o carro e conversar com alguém, logo em seguida o carro seguiu e foi parar num lugar fechado, uma garagem como fui perceber depois.
- Pronto, chegamos, mas nem pense em tirar essa venda. Espera que eu já volto.
- Ele desceu do carro e ouvi o ruído de ele baixar uma porta.
- Vem comigo. Nisso ele abre a porta e me ajuda a descer.
- Dé onde a gente esta? To com medo.
- Não fica assim, vem, você não confia em mim?
- Claro que confio, mas nunca ninguém fez isso comigo.
- Cuidado que tem um degrau.

Ouvi ele trancar uma porta.
- Posso tirar a venda?
- Claro. Nisso eu tirei.
- Meu Deus, onde a gente ta? Eu estava espantado
- Digamos que num lugar especial.
- A gente ta num motel?
- Aham... Gostasse?
- Aixxx que tuudoooo, eu nunca fui num motel... hahahhahahahha
- Então me beija. Beijei-o, mas eu estava mais interessado no quarto, hahhahahah.
- Nossa cama redonda, quanto espelho, nossa o que tem aqui? Aiii que luxxooo sauna, banheira, que lindo. Eu estava assustado mas muito empolgado, ainda não tinha caído a fixa do que se faz num motel, estava achando tudo o máximo, hahahahha.
- Nando? Disse o Dé parado olhando pra mim.
- Oi. AiIIIii que eu me toquei.
- Eu não ganho nada em troca?
- Claro meu gato, desculpa, mas tava tão fascinado, hehehhe primeira vez num motel, hahahhaha.
- E que tal a gente curti tudo isso? Temos a noite toda.
- Eu te amo. Eu falei.
- Eu também te amo meu nenem.

E ali no banheiro pertinho da banheira nos beijamos, o fogo começou a crescer, ele me prensou na parede e foi me beijando com volúpia, mas com muito carinho, eu já estava com saudades de sentir o meu homem me acariciando daquele jeito.
Eu podia sentir sua língua molhada entrar em minha boca e procura minha língua para acariciá-la, seus lábios pareciam mais carnudos do que de costume, seu cheiro estava diferente, tinha algo excitante no ar, que eu não costumava sentir antes, beijava aquela boca como a ultima vez, mordia seus lábios e ao mesmo tempo passava a língua por eles, queria sentir aquele beijo, aquele homem me acariciando me beijando me desejando, nos beijávamos de tal forma com tanta vontade que a região da boca e queixo já estava toda babada, passava minha língua por todo aquele pedaço do meu homem, queria deixá-lo louco, ardendo de tesão. As mãos do André não estavam mais procurando minhas costas e minhas nádegas como sempre o fazia, ele acariciava meu corpo, descendo de meu peito para minha barriguinha ate chegar em meu pênis que já estava muito duro.
Ao contrario de mim que também procurava seu pênis, mas não como antes, também apertava de mais aquela bundinha que é perfeita. Ele me beijava com intensidade, mordia meus lábios junto com sua respiração forte, me deixando louco. Aos poucos ele foi subindo ate chegar em meu ouvido, e depois de muitos beijos e mordidas em minha orelha, sussurrou algumas palavras.
- Hoje eu quero me entregar a você Fernando.
- Ahm?
- Quero me entregar a você, quero que me possua hoje nando.
- Péra, você tem certeza disso André? Eu estava espantado.
- Nunca estive tão certo em toda a minha vida, hoje você vai ser o meu homem nando.
- Mas você não faz passivo, não gosta.
- Mas hoje eu quero ser, só pra você, é uma prova de quanto eu te amo Fernando.
- Eu te amo. Falei baixinho olhando em seus olhos e mostrando aquele rapaz o quando eu realmente o amava.
- Então me beija.

Voltamos a nos beijar com vontade, mais intensamente e assim ele me arrastou ate a cama. Deitando em cima do meu amor, ficamos nos beijando ate que ele tirou minha camisa, e assim aproveitou que eu estava sentado sobre seu corpo, beijos e mordeu muito meus mamilos, deixando-os doloridos e molhados com sua saliva. Também fiz o mesmo com ele, tirando sua camiseta e beijando aquele corpo escultural que Deus me deu.
Num estante de muitos beijos e amassos, ele me virou ficando em cima de mim e assim foi beijando meus lábios, meu pescoço, meu peito, dando um trato mais especial a meus mamilos novamente, minha barriguinha na qual ele brincou muito com meu umbigo, colocando sua língua lá dentro ou passando-a em movimentos circulares por redor do mesmo. Descendo mais e chegando na altura de meu pênis começou a morder meu pau já duro que nem pedra sobe minha bermuda e cueca, ele mordia, as vezes agarrava com a boca e sacudia a cabeça como um cachorro sacudindo seu osso, mas sempre, olhando em meus olhos e fazendo carinha de menino safado. Não demorou muito para o Dé abrir minha bermuda somente o reco e abaixando minha cueca, tirar meu pau pra fora e assim iniciar um joguinho de tesão que me deixou doido.
O André segurava na base de meus pênis para segurar também minha bermuda que ele não havia retirado e assim com meu pau apontado pro alto, foi passando a língua de baixo para cima, as vezes dando aquelas mordidinhas no tronco de meu pau, mas sempre sem chegar a chupá-lo de verdade. Ficou nesse jogo, lambendo, beijando a glande, ate eu não agüentar mais e pedir:
- Chupa.

O André me olhou, deu um sorrisinho de safado, e caiu de boca, chupava ate o possível de sua garganta me enlouquecendo, às vezes chupava só a cabeça passando a língua de uma forma que me deixou louco. Olhar para aquele cara ativo, que na cama me dava um trato incomparável me deixando dolorido, agora estava ali me chupando, brincando com meu pau como se fosse um conhecedor no assunto, cara isso me levava a um transe incomparável de prazer. Teve uma hora que eu me controlei para não gozar, ele estava chupando meu cassete, parou e deu uma cuspida na minha glande deixando-a toda melada e assim voltou a chupá-la retirando meu pênis de sua boca mas deixando aquela babinha saindo de sua boca ate a cabeça de meu pênis, nossa que quase gozei de tento tesão.
- Vem Nando, me fode. Disse o meu Dé levantando e ficando de lado, levantando uma de suas pernas.
- Vai dar esse rabinho pro teu nando é? Eu estava completamente no clima.
- Mete vai.

Coloquei a camisinha e me arrumei atrás dele. Virando seu pescoço recebi um beijo muito caliente e sensual do meu gato. Para logo após ele mesmo se encarregar de direcionar meu pênis para o seu cuzinho.
- Vai cara, mete. Dizia ele.
- Vou mete gostoso em você André.
- Então mete.

E assim o fiz. Foi um pouco difícil pois ele não era acostumado e muito menos eu, mas aos poucos fui sentindo cada milímetro quente e úmido daquele rabinho do Dé, que a essa altura escondia a cara embaixo de seu próprio braço pela dor que sentia, sua respiração denunciava que ele estava com muito tesão, apesar da dor ele queria muito isso, no começo seu pau estava mole. Como eu estava com muito tesão, depois de sentir metade de meu pau dentro dele, segurei sua cintura e com uma força que nem eu sei de onde tirei, penetrei o restante de seu cuzinho com meu cassete, a única coisa que ouvi foi o gemido do Dé.
- Ai Fernando, vai com calma cara, ta doendo.
- Cuzinho maravilhoso Dé, puts de delicia isso. Eu não ouvia suas palavras, só me concentrava em meu tesão que aumentava cada vês mais minha metidas.
- Então mete meu gato, vai me fode... aiiii nandooo.
- Ta gostando né? Então sente.
- Vai cara, vaiiiiii... ahmmmmm.

Estava muito bom aquilo, nossa, aquele reto fazendo uma pressão sobre meu pau, sentir aquele local quente e úmido excitar minha glande, meu cassete inteiro, ouvir o Dé gemendo e sentindo prazer, nossa eu estava nas nuvens. O melhor momento estava por vir. Quando ele ficou de frango pra mim, nossa ai mesmo que eu consegui entrar fundo naquele rabo, nossa.
Eu olhava pro Dé e via ele fazendo varias caretas de tesão, prazer, dor tudo numa mistura hiper excitante. Eu metia fundo nele com uma violência que eu gostava de sentir em mim quando ele me penetrava, eu já estava suando e isso me deixava com mais tesão ainda.
- Me fode Nando, vai carinha.... ahmmmmm fode cara. Dizia o Dé pra mim.
- Ahh delicia André, vai abre mais essas pernas... ahhhhh deixa eu foder fundo vai....

Cara lembro do Dé pegando em minhas nádegas e forçando mais minhas estocadas e assim ele jogava a cabeça pra trás e gemia alto, putz como isso me excitava mais e mais. Eu já estava metendo rapidamente e controlando para não gozar pois estava muito bom, ate que o Dé vendo meu corpo suado (eu estava me apoiando com as mão do lado de sua cabeça) ele começou a passar a mão sobre meu peito e descer ate a barriguinha e assim voltar e sentir suas mão indo ate minha nuca e me puxando para um beijo alucinante, na qual foi o suficiente para eu começar a sentir meu pênis inchar e experimentar a sensação de sentir meu sêmen percorrer o canal da uretra e encher a camisinha de pura porra.
- To gozando Dé.... ahmmmmmmmmm
- Isso vai deixa eu goza também... ele começou a se masturbar e logo gozou.
- Ai cara que coisa boa... puts ahmmmmm... eu estava em extasy...
- Te amo. Disse ele passando a mão em meu rosto limpando o suor que escorria por ele.
- Também te amo... cai sobre seu corpo entrando num beijo lento e amoroso.

Nossas respirações atrapalhavam um pouco nosso beijo, mas não impedia de sentir o gosto de um beijo pós sexo misturado com o extasy do momento e o suor que corria principalmente de minha parte, o sal do nosso suor deixava aquele beijo mais fascinantte ainda. Ficamos ali ate descansarmos. Eu fui tomar um banho e o Dé preparou a banheira pra gente tomar um banho gostoso e relaxar. Entrar naquela banheira e ficar abraçadinho com ele foi a coisa mais maravilhosa. Muita espuma, o Dé encostado na borda da banheira quase sentado e eu deitado sobre seu corpo, escorado em seu peito... Claro que rolou mais vezes, eu penetrei ele mais uma vez e depois ele me penetrou. Antes de sairmos inda rolou uma brincadeira muito gostosa.
O André me colocou ajoelhado na banheira com meu corpo para fora ficando de costas para ele, que atrás de mim começou a me penetrar com seu dedos, aos pouco colocando mais e fazendo movimentos leves de penetração. Ele encostou seu corpo no meu e eu podia sentir seu pênis ereto colar em minha coxa, seu rosto ficou atrás da minha cabeça e ele falava coisas obscenas, mas excitantes ao extremo, mas sem parar de me foder com 3 dedos.
- Ahm? Ta gostando de sentir meu dedos no teu cuzinho em? ta né seu viado?
- Adorando aiii, vai mete mais vai..
- Abre essas pernas vai... ahmmmm delicia de cuzinho...
- AAAAaahhhhh caralho vai mais rápido não para... ele acariciava minha próstata me deixando maluco... ate eu gozar sem tocar em meu pau. Ele também gozou na minha cara para depois bater com seu pênis nela toda e espalhar sua porra por todo meu rosto.

Saímos do Motel eram umas 4:30h da manhã, ainda era escuro e ele me levou para a beira mar para vermos o sol nascer. Deitamos na areia e entre vários beijos presenciamos os primeiros raios de sol brilhar lá no fundo do mar, eu estava deitado sobre seu peito, os dois jogados na areia, ate que ele começou a cantar essa música...
- “Eu sei, tudo pode acontecer, eu sei, nosso amor não vai morrer, vou pedir aos céus, você aqui comigo, vou jogar no mar flores pra te encontrar...” sussurrando ao pé de meu ouvido eu não acreditava, o sol nascendo e eu ali com a pessoa que eu mais amava e ouvindo ele cantar essa música pra mim... comecei a cantar junto com ele e aos poucos fui me virando, olhando dentro de seus olhos.
- “Não sei, porque você disse adeus, guardei o beijo que você me deu, vou pedir aos céus você aqui comigo, vou jogar no mar flores pra te encontrar...” eu já chorava e via os olhos do meu Dé também brilharem e a primeira gota de lagrima rolar em sua face.
- You say godbye... não deixei ele terminar de cantar e olhando bem em seus olhos dizendo com a alma e com as palavras.
- Eu te amo André.
- Eu também te amo Fernando, você é a coisa mais importante na minha vi.... O beijei, um beijo de carinho, de amor... após um beijo desse nos abraçamos e ficamos ali apertadinhos. Era difícil de acreditar que esse cara estava ali comigo e fazendo eu me sentir uma estrela que brilhava no céu, amar e ser correspondido é a melhor coisa desse mundo. Ali ficamos ate o sol raiar

Cara como eu era feliz com ele, sabe essa noite especial, ele se entregar a mim para provar que me amava e que é comigo que ele quer passar o resto de sua vida, e agora esse momento, puts...
Depois que ficamos em silêncio, eu o abracei forte e agradeci a Deus por ele ter colocado alguém como o Dé no meu caminho. Queríamos ficar mais, mas o sol já estava pleno e não queríamos ser vistos por ninguém. Voltamos pra casa e fomos dormir... mas antes disso, ao chegar em casa meu pai já estava acordado e ao passar por ele para dar bom dia, ele não me olhou e passou direto me ignorando por completo. Estranhei muito, mas estava cansado de mais e fui dormir sem dar muita bola...

Atchim... (O sacoooo)

O Irmão Esportista XVIII – Atchim... (O sacoooo)



Começo de Fevereiro, numa dessas semanas que eu estava em casa, recebo uma ligação que eu já estava esperando faz tempo, meu amor, minha gata, minha sapa voltou de Balneário Camboriu (BC). Estava com muita saudade dessa guria.
Toca o telefone.
- Trimmmm, Trimmm.
- Nando atende pra mim filho. Diz minha mãe.
- Ok. Eu estava na sala vendo jornal (jura que é culto). Hahahhahah
- Alo?
- Oi!
- Quem fala? Eu disse.
- Fala travestiiiiiii.... hhahahahhahahhahahhahahahhahaha
- Lia?
- Oi minha paixão, que saudade meu viadinhu preferido. Disse ela
- Vai a merda sapatão, hahahahha aiii que saudade guria, poxa, sumida, nem da noticia.
- Também estou com saudades amor, Nando tanta coisa pra te contar, tanto bafãoooooooo, hahahhahahhahah.
- Você com bafão, imagina, você é uma santa... Eu também tenho algumas coisas pra te contar, iria te perguntar se você esta bem, mas pelo que percebo se melhorar estraga.
- Realmente gatinhu, to hiper feliz, ai transei tantuuuu, mais tantu. Disse ela zoando um pouco.
- Só imagino, hahahahhahah.
- Nando, to de aliança, a paty me fez essa surpresa, estou tão feliz, é tão linda!
- Uhm legal, cuidado pra não perde, do jeito que você é anta! Hahahhahahahahha
- Cala boca invejoso, eu tenho uma e você não, MORRAAAAAA de inveja passiva.
- Cala boca você! Hahahhahahhha
- Ta bom amor, só liguei pra dizer que chegayyyyyyyyyy e to morrendo de saudade de você meu gatinhu lindinhu. Hahhahahhah
- Também estou com saudades de você Lia.
- Idem! Vem aqui em casa amanha? Perguntou ela.
- Claro, vou ai sim, beijos ta te amuuuu minha gatinha.
- Também te amo!
- Beijos.
- Beijos xau.

Ai que legal cara ela já estava de volta, poxa adoro essa guria, hehehehhehhehe. Fiquei ali vendo tv ate começar a novela, assisti um pedaço com a mãe que veio assistir também e depois desci, o manu estava lá no saco de areia, fui lá com ele um pouco. Quando chego o pai também estava lá sentado numa cadeira de perna aberta apoiado no encosto da cadeira, ele senta com ela virada, entende? Eu cheguei e me sentei no sofá que tem, é aquele da 1º vez sim.
- Senta ai filho, fica ai com a gente! Disse meu pai.
- Oi, beijo pai.
- Tua mãe esta assistindo novela?
- Ta sim. Respondi a pergunta dele.
- Fernando, você já fez a reserva da matricula da faculdade?
- Já sim pai, fiz pela internet, agora só lá pra depois do carnaval que tenho que confirmar, Pai tem que pagar a mensalidade de Fevereiro, do pro pai, e o pai paga no banco?
- Depois quando tu subires, coloca na minha carteira, ai não esqueço.
- Tudo bem. Falei sorrindo. A gente conversando e o mano lá (páaaaa, paaaa, paaaaa, paaaa, paaaa... batendo naquele saco)
- Filho como esta o curso? Estais aprovando?
- Aham.
- E tu pretendes continuar nesse ramo? Queres fazer o que depois de formado?
- Ainda não sei direito pai, quero muito ser professor universitário, pelo menos vou ganhar bem, pois professor municipal e estadual nesse país não é valorizado, mas também quero atender na clinica.
- E qual ramo?
- Eu gosto muito de psicanálise pai, Sigmund Freud, mas ainda não tenho certeza, também acho muito legal me especializa em transtornos psiquiátricos, depressão, fobias, transtornos de ansiedade, sexuais, bipolaridade, essas coisas, mais ainda tenho 4,5 anos pra decidir, mas terapia Cognitivo-comportamental é muito show, rápida, pratica e eficiente.
- Esse é o meu menino! Disse meu pai passando a mão na minha cabeça.
- Hehehehhe! Só dei uma risadinha.
- É bom que tu já saibas como funciona o mundo lá fora meu garoto, tu pensaste igual a mim quando falaste dos professores.
- É eu sei pai!

Não demorou muito o Rodrigo para de bater naquele saco, pega a toalha e enxuga o rosto colocando a toalhinha no ombro, o restante do corpo todo suado com suor escorrendo pela pele mais morena ainda por causa da praia, lindu, mas eu tinha que disfarçar, o pai tava do lado.
- Pai! Disse o mano enquanto desenrolava as faixas das mãos.
- Fala meu garotão. Disse ele, eu me segurei pra não rir.
- Eu tenho que passar no banco amanha, se o senhor quiser eu pago a faculdade do Nando.
- Melhor, pelo menos quitamos de uma vez, eu iria só no fim da semana.
- Pai. Chamei.
- Oi!
- O pai me empresta o carro amanha a noite?
- Claro, mas aonde tu vais? Gelei.
- Eu... eu vou pegar um cinema com a Liana, ela voltou de viajem.
- Tudo bem, mas não chegue tarde, tu bem sabes que é perigoso sair por ai de carro de madrugada.
- Pode fica tranqüilo pai, brigadão. Levantei e dei um beijo nele, ai me sentei na cadeira com ele e ganhei um colinhu de pai. Aixxx coisa boa.
- E vê se honra esse dinheiro que eu e o pai investimos em você! Disse o Manu. Ele paga a metade e o pai a outra metade da minha faculdade.
- Lá vem o senhor correto botar moral, não precisa dizer eu sei disso e por isso sou um dos melhores alunos da sala. Disse eu todo indignado.
- Não fala assim comigo o muleque.
- Falo sim panaca.
- Chega! Isso é pros dois. O pai me deu um tapinha na minha boca.
- A pai num sô criança pra levar tapa na boca né.
- Tu ainda és minha criança e vive na minha casa então vai me respeitar.
- Ah pai qui saco. Eu disse.
- Vai continuar respondendo seu Fernando? Disse ele bem brabo.

Eu fiquei na minha né, num queria apanhar, mas eu vi o Rodrigo sair rindo, logo quem não iria rir da minha cara, Idiota. O pai levantou e foi para a sala com a mãe, eu fui também, bem quietinho pra não ouvir mais bronca. Chegando lá me enfiei no meio do pai e da mãe, a nossa sala tem um espaço grande com um tapete bem fofu e muitas almofadas, ai fui no meio dos dois e ganhei um beijinhu da mãe e fiquei assistindo um pouco a tv para esperar pra ver o que tinha na tv depois da novela, mas não tinha nada de bom passando, então fui pro quarto, onde o manu estava depois do banho fazendo a barba só com a toalhinha enrolada na cintura. Entrei deitei na cama e peguei um livro que estava lendo, ele saiu trocou de roupa e também se deitou, foi ler umas apostilas que ele tinha comprado para um curso que ele vai fazer quando voltar das férias, o Rodrigo de óculos é o máximo, ele tem um só pra leitura, fica tão gatinhuuuuu, ehhehehehe.
- WWWWWWWWWW... é o som do celular vibrando, hahahahahhahahhahaa.
- Oi meu gotosu! Era o Dé. : D
- Boa noite meu neném!
- Aix to cum xaudadi du meu Dé. bem manhosinho.
- Também estou gatinho, mas amanha a gente vai se ver né?
- Sisiisisisisiisis, o pai já libero o carro.
- Que bom, mas qualquer coisa eu passo ai e te pego.
- Ok, aix vem nana comigu?
- Eu to ai com você neném, u seu Dé ta ai deitadinho com você só de cuequinha, pode ser?
- Uhmmm... não.
- Porque não?
- Porque eu quero vc peladinhu, hehehehehehe...
- Seu safado, amanha você vai ter o que tanto quer.
- Hehehehhehe é bom mesmo! Hehehhehe
- Bom gatinhu eu liguei pra te desejar uma boa noite, que os anjinhus cuidem de você ta, beijos du seu, só seu Dé!!
- Beijos meu gatuxu, se cuida ta, beijão ti amu.
- Se cuida, tb te amo Nando, boa noite.
- Beijos, xau.
- Xau.

Aixxxxx,,, qui tudo, hehehehheheh, até desisti de ler o livro, me deitei e me cobri, virei de lado ai vi o mano me olhando de canto de olho.
- Ta olhando o que? Perguntei.
- Se deu bem em muleke!
- É bom as vezes né, sabe ele é muito especial! Falei suspirando.
- Eu que o diga, ainda vou comer aquela bundinha!
- Ai Rodrigo só pensa em comer, tenho certeza que vc ta é afim de dar esse rabo isso sim! Resolvi pisar no calo dele.
- Qualé em? aqui ninguém mete não, nem o Gui que é o Gui eu deixo, vai te fude tb.
- Com certeza, amanha quero fude muito com ele.
- Vai mesmo, puto vc é mesmo! Falou ele fechando a apostila e deitando tb.
- (silêncio)
- Boa noite! Eu disse
- Boa, durma bem.
- Brigado!
- Nando, você curte ele pra cassete mesmo? Estou certo maninho? Disse ele deitado como sempre de barriga pra cima jogadão na cama, virando o rosto para falar comigo.
- Aham.
- E ele te satisfaz a cama? Perguntou ele, hahhahahaha se roendo de ciúmes.
- Sim, ele é bom nisso. Eu respondendo sem muita vontade só pra ver no que iria dar.
- É eu percebi naquele dia que a gente transo com ele, mas maninho, ele é melhor do que eu? Hahahhahahahhahahahahhahahhahahahhahahaahhah esse é o Rodrigo que eu conheço. hahahahhahahahha
- Não vou responder, pq na verdade cada um tem seu estilo digamos assim, vc sabe que a gente se da muito bem na cama, com ele também me dou, mas pode ter gente que não curte o teu estilo, entende é algo de cada um, mas você sabe que faz muito bem.
- Uhm, legal, sabe nando eu estava querendo fazer algo diferente para o Gui, mas não sei o que fazer. Olha ele tentando causar ciúmes em mim, hahahhahhha.
- Legal manu, o Gui realmente merece, mas tipo vc pensa no que assim?
- Não sei cara. Disse ele se virando e apoiando a cabeça na mão.
- Porque você não faz algo bem romântico, tipo leva ele pra jantar, só os dois, depois você pega um motel bem show, coloca de fundo uma música muito legal, estilo Adriana Calcanhoto, Cássia Eller, Whitney Houston, sabem aquelas músicas bem gostosa pra namorar mesmo, melhor ainda você pode fazer um cd, uma seleção, iria ficar bem show.
- Gostei dessa idéia, mas tu faz a seleção pra mim? Sabia que sobraria pra mim.
- Faço, mas vou cobra 50 pau. Hahahahhahha
- Nem vou falar nada né Fernando.
- Daí pela manha você já deixa encomendado uma cesta de café da manha bem gostosa, pode ter certeza o Guilherme vai gosta muito.
- É verdade, ele merece sabe nando, pó o brow ta sempre do meu lado, amigão, um amante de primeira linha, o cara é show! Disse ele.
- Realmente, faça isso no dia do niver dele.
- Boa idéia cara, brigadão mesmo maninho.
- Di nada, vão custar 50 pratas mesmo. Hahahhahaha OBVIO que eu iria tirar proveito.
- Tudo bem, mas deita aqui. Ele me convidou dando tapinhas na cama dele.
- Não! Respondi bem rápido.
- Então te fode....
- Também te amo... boa noite... eu disse
- Boa.

Pela manha.
- Acorda o dorminhoco! Disse o mano jogando a toalha molhada na minha cara (ele tinha tomado banho).
- Uhmmmmmm!!... eu só resmunguei, nem me mexi, fiquei lá com a toalha na cara.
- Levanta ta na hora. Disse ele.
- Ahhhhh manu, deixa eu dormi. Tirei a toalha do meu rosto joguei no chão e virei meu rosto, eu estava deitado de bruços.
- Fernando levanta anda, vai toma teu banho. Falou o mano com um tom mais de ordem.
- Que saco cara porra não se pode mais nem dormir nessa casa, caralho! Levantei puto da vida.

Levantei e fui tomar meu banho, fiquei lá na boa, ate que comecei a espirrar, e quando eu começo a espirrar sem parar e fica correndo coriza do nariz, só pode ser a infeliz da minha rinite.
- Atchimm, atchimm, atchimm... saaaacooooo... sai do banho e já fui obrigado a correr para o rolo de papel higiênico, cara só quem tem rinite pra saber que saco que é isso.
- Atchimm, atchimm...
- Hahahhahahhahhaha, começa-se é? Se fudeu. Disse o manu tirando sarro da minha cara (novidade)
- Ai saco manu, pode apostar que vai ser o dia todo assim.
- Pega a tua caixa de lenço de papel.
- Isso mesmo que vou fazer! E assim o fiz, quando me da essas crises eu ando com uma caixinha pra cima e pra baixo na mão. Muito cômico.

Nisso vou tomar meu café e encontro minha mãe e meu pai.
- Bom dia meu filho! Disse meu pai, olhando para a caixa de lenço.
- Bom dia pai, Atchimmm...
- Epa, saúde meu filho, estas com crise de rinite?
- Sim pai, aix qui saco. Eu odeio ficar assim, principalmente tendo combinado com o Dé pra sairmos a noite.
- Bom dia meu gatinho! Disse minha mãe trazendo o bule de café novinho.
- Bom dia mãe.
- Meu gatinho ta atacado de novo filho? Disse ela beijando minha cabeça.
- É mãe, pra varia né, tava demorando... atchimmm... atchimmm....
- Hahahhahahhahahhah, só você nando pra me fazer rir pela manha. Adivinha quem fez esse comentário idiota? Tcham tcham nam nam... o Rodrigo, EEEEEEEEEE! (hahahahah o mais sem graça)
- Rodrigo deixa seu irmão em paz, não esta vendo que ele esta doente. Disse minha mãe dando um beijo no manu.
- Ok mãe, Pai você vai pro centro? Perguntou o manu.
- Sim meu filho, porque? Respondeu meu pai.
- Rola uma carona? Vou para a academia, acertar a mensalidade e nadar um pouco, quero economizar gazóza (gazolina).
- Ok eu te deixo lá, come algo rápido que não estou a fim de me atrasar hoje. Disse meu pai levantando.
- Só um minuto pai, só rola um suco e um cereal e um iogurte. Respondeu o Rodrigo, e eu do lado espirrando e comendo. Hahahahhaha.

Deixa eu descrever o mano, ele estava com o cabelo todo arrepiado com um pouco de gel só pra deixar com aquele ar de molhado, usava uma havaiana preta com um típico calção de jogador, mas esse era todo preto, com uma regata também preta colada no corpo e uma mochila estilo bem esporte mesmo, quem faz alpinismo, caminhadas sabe, essa era preta com vermelho, muito gato cara, heheehhehe.
Meu pai e o Rodrigo saíram e eu fiquei na cozinha com a mãe, conversando trivialidades, contando da facul, da praia, ela falando de quando conheceu meu pai, aquela coisa de mãe e filho. Ate que a Liana chegou. Toca a campainha e vou abrir a porta, lá estava ela com aquele sorriso lindo, meiguinha, bunitinha, fofuxinha, minha gatinha.
- Bom dia meu amorrrrr! Disse ela vindo me dar um abraço bem apertado.
- Bom dia minha paixão.
- Ai que saudade do meu Nandinho.
- Também to com saudades Lia. Ela me olha.
- Hahahahhah gripasse?
- Não, é rinite mesmo.
- Tadinhu dele meu Deux, dexa, dexa qui a Lia cuida du bebe doenti hoje. Disse ela me abraçando falando com vozinha de bebe, hahahhaha, só ela mesmo.
- U nandu vai quere colinhu mexmu. Disse em resposta. Ela entra em casa e vai falar com minha mãe.
- Dona Ana que saudade de você, trouxe uma lembransinha pra senhora! A Lia Diz entregando um pacotinho pra minha mãe.
- O minha querida, não precisava, tudo bem com você? Perguntou minha mãe
- Sisisisisisisisisi... aproveitei muito a viajem.
- Era isso mesmo que iria te perguntar, então foi tudo bem?
- Tudo ótimo, espero que goste, é pequeno mais é de coração.

Minha mãe abriu o pacote, hahhahahhahahahhahahhahha... hahhahahahhahahhahah hahahhahahahhahahahhahaha... hahahahhahahahhahahhahahha adivinha o que ela deu pra minha mãe, cara eu não me agüentei, hahahhahahahaha... era um sapinho pra colocar na mesa da sala.
- Muito obrigado minha flor, adorei o presente. Disse minha mãe toda feliz (mal sabe o que significa)
- De nada Dona Ana, eu gosto muito da senhora é só um presentinho. A outra, cínica que dói.
- Vou colocar agora mesmo aqui na sala, do lado do retrato do Nando. Hahahhahahha.
- Dona Ana eu só vou querer aquele cafezinho da senhora, uhmmmmmm que delicia. Disse ela indo pra cozinha. Julgada.....
- Claro meu amor, vem Nando! Disse a mãe pra mim.
- To indo, atchim... atchim...

Lá a Liana contou por cima como foram as férias em Balneário Camboriu. Tomamos um café e depois fomos para o meu quarto. Lá contei tudo que ouve na praia, ela me contou o que fez com a Paty em BC, muito legal, rimos muito né, pra sair um pouco da rotina. Ate que depois de algumas horas, o mano chega de ônibus.
- Lia, o que devo a honra de sua visita gatinha. Já chega o urubu pra cima da lia.
- Quem disse que vim te ver Rodrigo? Vim ver o meu gatu. Disse ela me agarrando.
- Há há há, ta mais pra gatinha do que gato. Filho da mãe!
- Não fala assim do meu Nando. Disse ela me defendendo.
- Tudo bem. Disse ele rindo.
- Nem te estressa Lia. Eu disse pra ela.
- O que vocês pretendem fazer essa noite? Perguntou o mano.
- Num sei, eu com essa alergia, queria sair com o Dé, mas sei lá...
- E você lia?
- Eu também não tenho nada programado, porque Rodrigo?
- Porque vou trazer o Gui ai pra gente assistir uns filmes e comer uma pizza, vocês estão afim?
- Legal, eu não posso sair com o Dé assim, mas ele pode vir aqui, por mim tudo bem. Respondi
- Eu só fico se vocês forem buscar a minha gatinha pra mim. Ai qui oferecida, hahhahahahaha....
- Tudo bem, o nando vai. Disse o mano.
- A sempre sobra pra mim, mas a gente pede pro Dé, quando ele vier ele passa na casa dela e pega ela.
- Ta mais ele nunca foi lá, como ele vai lá? Pergunto a liana
- Aixxxxx sua anta, a gente explica pra ele né... aiii como você consegue ser tão anta guria. Eu disse... hahahhaha
- Idiota... foi a resposta dela.

Daí como o combinado, ligamos pro meu gatu, o convidamos e explicamos o caminho da casa da paty. O mano tomou seu banho, eu tomei um também. Meus pais como souberam da nossa reunião foram jantar fora, como é bom ter pais legais, hehehehehhee....
Mais ou menos na hora marcada, o Guilherme chega.
- Oi pessoal, boa noite. Disse ele entrando, aix cara é tão lindinhu o Gui com aquele jeitinho dele de menino tímido.
- Boa noite Gui. Eu que abri a porta.
- Oi Liana, tudo bem com você?
- Aham, tudo sim, e com você gatu?
- Também. Eles se deram três beijinhos no rosto.
- O Rodrigo ta ai Nando? Perguntou ele.
- Ta sim, ele ta no banheiro fazendo a barba.
- Posso subir?
- Pode sim Gui, você já sabe o caminho né...
- Pode deixar.

Ele Subiu as escadas e a Liana solto a dela.
- Porque esses gatos tem que ser viado?
- Hahhahahahahhahahahhahahahahhahahahh, e porque você esta indignada com isso, você gosta de mulher...
- Ai Fernando, mais eles são muito lindos cara, olha o Gui, talvez por ser gay que seja tão gato, sabe se cuidar.
- Hahahhahahahhaha você é de mais cara. Eu só ria né.

Fomos até a cozinha, colocamos uns refrigerante na geladeira, preparamos os copos e os guardanapos, deixando tudo pronto pra depois só comer. Nem subimos para deixar o mano e o Gui a vontade. Não demorou muito a Liana solto outra.
- Nando, quem dos dois da? O Rodrigo ou a Guilherme?
- Puhhhhhttttttt... quase me afoguei com o copo d’água... ahhahahahhahahahhahahhahahaha...
- Por que vc quer saber?
- Sei la me veio na cabeça agora...
- O Rodrigo não faz passivo, ele é somente ativo.
- Ahm, então quer dizer que o Guilherme gosta de escorrega na mandioca?
- AHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHA... você tem que ver cara de séria, pensativa que ela faz e a naturalidade com que ela fala essas coisas. Muito cômico cara.
- Ai deve doer né?
- No começo sim.
- Ahhhh é esqueci que você também queima a rosca...
- Ai só tu mesmo...

Toca a campainha. E Lá vou eu abrir. Mas dessa vez valeu a pena né, era o meu gato.
- Oi meu príncipe! Disse o Dé
- Oi meu gatu, entrem...
- Olá Nando! Disse a paty vindo me dar um abraço.
- Olá minha querida, que saudade de você Patrícia.
- Agora deixa eu dar um beijo no meu gatinhu. Disse o Dé me abraçando e beijando, depois de fechar a porta é claro.

Ele me beijo bem gotosuuuu... as meninas também se beijaram o Dé e eu paramos e ficamos vendo, hahahhahahah, quando elas terminaram olharam na nossa cara e começaram a rir.
- Que foi? Nunca viu? Disse a Lia.
- Não, hahhahahahhahhaha...
- Uhm... hahhahhahahha

Fomos até a cozinha e lá arrumamos tudo... o Manu e o Gui desceram do quarto e ficamos todos conversando na sala, escolhemos os sabores e fizemos os pedidos das pizza. Quanto esperávamos ficávamos conversando sobre qualquer coisa. Filmes, músicas, ex namoradas e namorados, coisas triviais mesmo. E eu, bem eu no mesmo Tchim durante toda a conversa.
- Nossa Nando tudo isso é a rinite? Perguntou o Dé.
- Aham, aix Dé é um saco você não tem noção.
- Mas você nunca foi atrás de um tratamento?
- Não, tipo... é verdade, nunca pensei nisso.
- Tais brincando né Fernando? Perguntou ele todo admirado.
- Ué pq? Devia?...
- Ai Fernando só você mesmo... hahahha.

30 minutos depois a pizza chegou, uhmmmm... fomos na cozinha e comemos, mas sempre brincando né, como sempre o manu e o Gui contando as piadas sem graça deles... mais teve umas que eu tinha que rir, uma foi assim...
- Galize? Alguém sabe o que é? Pergunta o mano.
- Um tipo de galo? Respondi?
- Não
- Claro que é.
- Galeze é um galo que virou Drag Queen.
- Hahahhahahhahahahhahahha... o André se afinando na risada.
- Sem graça, respondi.
- Te fode então. Responde o mano.
- HÁ HÁ HÁ... respondi.

Depois de comermos, lavarmos a louça e tudo, fomos pra sala ver filme. Lá se formaram os casais né, o manu e o gui num canto no chão, a liana e a patrícia noutro e eu e o Dé no sofá. O filme era meio esquisito, mas tinha umas cenas bem picantes e isso mexe com o povo heehhe...
- O que é isso ai me cutucando?... falei bem baixinho virando o rosto pra tentar ver o Dé...
- Nada...
- Se é nada porque esta me cutucando?
- Uhm... talvez pq ele goste de vc... respondeu ele brincando.
- Uhm, mas então pode dizer pra ele (falei olhando pra baixo) ficar na dele pq hoje eu to de greve...
- IIIII ele disse que quer vc assim mesmo... disse também que esta com saudades da garagem dele.
- Hahhahahhaaha mereço...

Acabou que ficou nisso mesmo... acabando o filme eles foram embora, o Dé levou a Lia e o Gui levou a Paty. Eu e o mano fomos dormir... e assim se foi mais um dia. Até a próxima.
Acrobatic Engineering



Bedtime Aviation


Carved In Stone


In Search Of Sea


Nocturnal Skating

Estava eu sabado a noite na casa do meu primo, quando ele (muito culto por sinal) começou a falar de pinturas e obras de arte, tudo isso devido a seu plano de fundo no computador que ra o quadro "O Grito". conversa vai conversa vem ele abre um site e me apresenta essas obras desse fantastico pntor denominado Rob Gonsalves. eu fiquei abismado com a criatividade do cara, meu eu ficava desvendando os misterios de suas obras detalhes por detalhes, e com isso não podia deixar de apresentar algumas aqui para vocês. aos poucos eu vou mostrando mais algumas, pois todas são fantasticas. bom espero que apreciem tanto quando eu. abraços.

domingo, 28 de setembro de 2008

Um Dia Muito Feliz

O Irmão Esportista XVII – Um dia muito feliz!


No outro dia acordei com um humor mais razoável, o mano e o Gui ainda dormiam, peguei meu celular e quando olhei as horas, ehehhehe 08:30h da manha, ninguém merece, virei me encolhi, pois estava ate friozinho e ali fiquei pegando no sono logo em seguida. Acordei mais tarde com o mano levantando da cama, olhei pra ele.
- Bom dia! Ele me disse
- Bom dia mano, kd o Gui?
- Não sei acabei de levantar.
- Ahhh... aix que preguiça! Falei me espreguiçando, e observando o mano pegar no guarda roupa uma sunga, tirar a cueca, ficar ali peladinhu, e vestindo a sunga.
- Safadinho! Disse ele me olhando
- Ué como diz o ditado, o que é bonito é para se mostrar e ser visto.
- Tudo bem. Disse ele rindo
- Bom dia meus gatos. Disse o Gui chegando no quarto e abraçando o mano por trás beijando seu pescoço.
- Bom dia meu canarinho. Hahahahha inventei esse apelido pra ele agora.
- Canarinho, hahahah essa foi boa Nando. Disse o mano rindo e se virando para pegar na cintura do Gui e beijá-lo.
- Eu fiquei olhando com aquela cara de tacho né, e pra melhorar a coisa lembrei do André.
- Anda levanta Nando e nada de ficar com essa cara, esta um dia muito show, um sol animal e eu fiz um café esperto pra gente, levanta preguiçoso.
- Hehehehe, só você mesmo em Gui. Disse me levantando e esticando.
- Hahahhahahahhahhahha de pau duro o punhetero, hahhahahhahha. O mano tirando sarro da minha cara, só pq eu estava com aquela ereção básica matinal.
- Ai Rodrigo ninguém te merece. Falei indo ao banheiro.

Quando chego na cozinha, quase tive um treco, o mano e o Gui sentados tomando seus cafés e uma terceira pessoa sentada à mesa brincando com uma laranja da cesta de frutas. Eu fiquei parado, não acreditava, queria rir mas não sabia que noticia ele me trazia, fiquei ali parado, o mano e o Gui me olharam e baixaram suas cabeças se olhando, do tipo “agora que eu quero ver no que vai dar”.
O André levanta um pouco a cabeça e me olha com o canto do olho e fica assim, pude perceber que as olheiras não era só um presente para mim, ele também estava com cara de quem chorou e não dormiu.
- Vou pegar um pouco de sol. Disse o Gui se levantando e dando uma olhada pro mano e fazendo sinal com a cabeça pra ele sair.
- Ahh é eu... eu... ele não sabia o que dizia, só olhava pro Gui. Hahahha esse é o meu irmão.
- Você tem que escovar os dentes. Disse o Gui olhando pro mano.
- Ah é isso mesmo. Hahahahahhahahhahahhahhahah vocês tinham que ver a cara dele de perdidos na noite. Hahahhahahhaha

Os dois saíram e eu fiquei ali olhando o Dé e ele me olhando, ninguém tomava a iniciativa, mas eu quem tinha aprontado nada mais justo que eu começar.
- Queres uma xícara de café? Perguntei
- Não, obrigado.
- Bem, suponho que você queira conversar comigo? As minhas pernas tremiam né.
- É verdade.
- Ahm... situação difícil em? falei me sentando.
- É verdade.
- (longo tempo de silêncio)
- Nando eu... Quando ele iria começar a falar eu o interrompi.
- Desculpa Dé, cara eu sei que dei uma hiper mancada com você, você não merecia isso, desculpa cara.
- Fernando deixa eu falar. Disse ele com uma voz braba. Fiquei quieto na hora e olhei-o
- Nando... eu passei essa noite pensando muito no que fazer... você fez algo comigo que eu realmente não esperava, se fosse com o Rodrigo eu ate aceitaria melhor, não é nem preciso dizer o motivo porque você já sabe... quando a gente se conheceu lá no shopping eu não queria nada mais do que uma foda com você... mas no momento em que você foi meu por inteiro, naquele momento eu soube, eu senti que você era a pessoa que eu queria pra mim... uma pessoa inteligente, carismática, divertida, companheira, que me satisfez perfeitamente na cama entre outros fatores... ao contrario do que todos os meus amigos dizem, eu prefiro carinhas mais novos pois estão cheios de gás, não tem manias, aquelas coisas todas que você adquiri com o tempo, queria moldar você da melhor forma para nós dois...eu simplesmente queria você ao meu lado... para me dar carinho pois estava muito solitário, queria atenção, alguém que me divertisse... bem o que quero dizer Fernando é que você me apunhalou pelas costas, eu não tenho uma filosofia de vida na qual inclui sexo com mais pessoas, quando estou com alguém quero esse alguém comigo, no nosso caso foi tudo diferente do que eu já vivi ate hoje, a transa com você, depois seu irmão, depois os dois juntos, e mesmo assim você me cativou Nando... eu passei a noite tentando entender onde eu errei para você fazer isso comigo, eu imaginava Fernando que você tivesse o mesmo sentimento por mim que eu tenho por você... (nisso ele começou a chorar) sei... sei que nosso namoro é recente... mas... mass... estava tudo tão legal Fernando, por você fez isso? Só queria saber da sua boca, o que te levou a cometer esse ato? Eu não estava te satisfazendo? Eu não fui o suficiente.... pra você?... eu estou aqui hoje para te escutar cara... pode falar... (cara meu coração tava despedaçado)
- Eu não sei o que te dizer Dé, eu juro pra ti que eu te amo Dé, nunca vou poder dizer que você não foi o suficiente pra mim, cara tu foi o que de melhor me aconteceu ate hoje, me sentia amado, respeitado, seguro, tinha toda a sua atenção... a culpa é minha Dé toda minha cara, eu quem sou um puto que não sabe se controlar, mas eu juro Dé eu não queria fazer aquilo com o Alessandro, mas ele me forço, não foi bem forçar, eu não queria mais não sabia dizer não, tanto que ele me machucou muito com o jeito dele.... Dé eu te amo cara, sei que te machuquei, desculpa... me perdoa cara... se você quiser terminar tudo bem, mas eu vou sofrer muito, pois eu te amo... eu mereço um tapa cara, me bate, me faz acorda, eu me sinto um nojento aqui agora, uma pessoa sem caráter, morrendo de vergonha de você...
- Cala boca Fernando.

Cara eu não acreditei, ele simplesmente levantou um pouco a cabeça, ele estava escorado na parede olhando para baixo, olhou para mim com o rosto vermelho, lagrimas escorrendo, cabelo bagunçado, me olhou e veio em minha direção. Segurou minha cabeça com as duas mãos no pescoço e me beijou.
Eu não acreditava, ai mesmo que eu cai no choro, não sabia se retribuía ao beijo ou chorava, hahahhahahha, nos beijamos com intensidade, tipo matando a saudade, estávamos agitados os dois e fomos nos acalmando respectivamente o beijo também se acalmou. Nos afastamos um pouco, nos olhamos pela primeira vez nos olhos, nossos corpos colados, ele com as mãos na minha nuca e pescoço, eu com as minhas em sua cintura, ficamos ali nos olhando. Podia sentir a respiração mais forte dele, não fazíamos nada, apenas nos olhávamos.
- Dé! ele colocou um dedo em minha boca, para ficar em silêncio.

Me beijou novamente, agora muito mais forte, com sede, com vontade, seu corpo colou mais no meu. Escutei um barulhinho de nada, abri os olhos ainda beijando o Dé e vi o mano saindo de fininho, no que eu o olho ele da uma piscadela e sorri, voltei a fechar os olhos e me entregar aquele beijo.
O beijo cessou nos olhamos, abrimos um sorriso e nós abraçamos, fiquei ali, puts como era bom sentir aquele cara ali me abraçando, me amando, eu estava muito feliz, meu coração dava pulos de alegrias.
- Te amo Dé, desculpa pelo que eu fiz, desculpa por fazer você sofrer desse jeito... ele não deixou eu terminar de falar.
- Fernando, para cara, eu to aqui com você, eu não poderia terminar com a pessoa que eu amo assim, você é meu cara ninguém vai te tirar de mim.
- Aix como é bom ouvir isso meu gato, te amo. Sabe aquele abraço apertado aconchegante, que você da nas pessoas que você ama que não vê por um bom tempo ai encontra do nada e da aquele abraço, bem eu estava me sentindo assim.

Nem preciso começar a comentar que já estávamos nos esfregando ali na cozinha mesmo, sentia seu corpo esquentar, nossas bocas trocavam beijos ávidas por ambos, um beijo molhado com muita língua, a tentativa de sentir o outro como nunca, o Dé me prensava contra a parede que ate as vezes me sentia incomodo, seu pau estava pra lá de duro, forçava-o contra o meu as vezes colocava sua perna entre as minhas e me apertava mais, suas mãos apertavam minhas nádegas subiam pela lateral do meu tronco chegando em meu pescoço e assim entrelaçando-o me apertava mais contra sua boca, seu rosto causando um beijo de tirar o fôlego de qualquer um. Não escondíamos mais os gemidos e a respiração se tornava cada vez mais potente e sexy, o suor de um belo dia de calor com muita energia sendo gasta já podia ser percebido, sua mão voltou a descer e quando chegou em minha bundinha me apertou forte ao ponto de me levantar, sua mão no fim da minha bunda e começo de coxa fez com que minhas pernas dobrassem um pouco e fossem para trás de seu corpo e assim me forçando contra a parede a para cima ele me ergueu, seu quadril já imitava movimentos de penetração. Os beijos não podia mais se dizer que abrangiam somente os lábios e língua, neste instante sua mandíbula se abria ao Maximo e assim me beija boca, lábios, bochecha, tudo misturado com muito suor, era algo incontrolável.
Eu também não deixava por menos, afinal era o meu Dé que estava ali comigo de pois de tudo, retribuía seu beijo tentando alcançar a mesma intensidade, lambia seu rosto atrás de seu suor no qual me excitava muito, sabe suor de homem limpo te desejando é maravilhoso, hahahahha, minhas mãos variavam entre sua bundinha linda, seus músculos dorsais bem desenhados, seu pescoço e principalmente seu cabelo, cara algo que eu adoro fazer é ficar bagunçando o cabelo da outra pessoa, principalmente se estiver molhado, estilo “acabei de sai do banho e to xerozu” hehehehehehhehhe...
- Quero fude esse cuzinho meu putinhu, da ele pra mim dá? Dizia o André em meu ouvido me deixando completamente doido.
- Ele é todo seu meu gostoso, fode ele que ele ta piscando pra sentir esse seu caralho me fodendo. Detalhe básico, tudo isso na cozinha com o mano e o Gui na rua fazendo sei lá o que.

O Dé parou por uns instantes e afastando seu rosto do meu disse “te amo” eu apenas dei um sorrisinho e disse “IDEM”. Ficamos nos olhando ate que ele me puxou para um novo beijo e eu mais que depressa fui puxando sua camiseta, ele se afastou de mim e rapidamente tirou-a jogando ela longe, cara parem e imaginem aquela cena do cara mais lindo que vocês conhecem ali na frente de vocês todo suado tirando a camiseta com muita agressividade, começando a aparecer a barriguinha tanquinho, os pelos que ligam o umbigo ate as partes baixas que a essa altura do campeonato estavam no topo da classificação, (o Dé tem pouquíssimos pelos aqui, mas do tamanho certo, na quantidade certa, para aquele corpo lindo que ele tem) ai você observa os músculos abdominais laterais trabalhando, e com o subir a camiseta o peito junto com os mamilos desenhando bem a divisória entre peitoral e abdominal por estar com os braços erguidos, ai vai subindo e passa pela cabeça e depois somente o movimento dos braços, demonstrando o quanto ele cuidava de seus bíceps e tríceps sem exagero, sem ficar aquele monte de músculo que parece uma bola, mas somente o desenho mostrando que é bem trabalhado e que contem uma boa força, e para acabar os peitos voltando a posição original com o movimento de relaxar os braços, ai você não pode fazer mais nada a não ser olhar para aqueles olhos negros que pertencem aquela pintura de rosto completamente suado e com cara de safado louco por uma boa foda. (tudo isso em poucos segundos)
Acho que se eu falar mais alguma coisa estraga, ou melhor, o Gui estraga.
- Rhum Rhum! Sabe aquele som que você faz com a boca fechada tipo coçando a garganta. Haahhahahha o Gui fez.
- Gui? Disse eu todo desnorteado, suado, coma boca mais que vermelha, e sendo colocado no chão pelo Dé, que olhava para com o Gui com aquela respiração de quem apostou o 100 m rasos.
- Sem querer estragar mais já estragando, posso sugerir um quarto?. Disse ele todo constrangido tadinho.
- Oh desculpa ai Guilherme. Disse o Dé se afastando de mim e juntando a camiseta dele no chão.
- Tudo bem, só avisei, pois pode entrar alguém aqui.
- Tais certo Gui, obrigado por avisar. Fui ate ele e dei um abraço.
- Cara eu só a pessoa mais feliz desse mundo Gui! Falando no seu ouvido.
- Vão lá que eu cuido pra ninguém atrapalhar vocês. Disse ele rindo e passando a mão na minha cabeça.

Bem, resultado, fomos ao quarto, eu puxando o Dé pela mão. Quando saímos da cozinha começamos a rir, e assim que entramos no quarto fechamos a porta e enquanto estava trancando-a o Dé já estava pe agarrando por trás, me beijando o pescoço e passando a mão na minha bundinha e no meu pau. Terminando me virei e a primeira coisa que ele fez foi tirar minha camiseta estava com uma bem desleixada, tenho um pouco de ficar sem camisa perto deles, não tenho nada definido e ainda por cima tenho uma barriguinha que morro de vergonha, mas o Dé dizia que preferia assim, pois ele gostava de ter onde pegar, não gostava de magrelos, adorava ter onde pegar e dava aquelas pegadas que ate machucavam.
Tirando minha camiseta ele colou seu corpo contra o meu e voltou a me beijar muito, foi me agarrando e me levando ate perto da cama, quando eu encostei minhas panturrilhas nela ele me empurrou e eu cai deitado na cama, e ali fiquei olhando aquele gostoso pra quem eu queria dar mundo naquele instante, cara eu fiquei louco com o que ele fez depois, acredita que ele ligou o som, eu deitado na cama e ele de pé, ligou o som e num volume numa potencia ambiente e o filho da mãe, começou a brinca que tiraria a bermuda, as vezes pegava bermuda e cueca tudo junto e fazia que iria tirar mas não tirava nada, ele não estava dançando, ele estava me provocando com brincadeiras, ate que ele viro de costas pra mim e foi puxando a bermuda lentamente, deixando a vista aquela cuequinha branca com aquela puta delicia de nádegas que ele tem, chegando num ponto onde a bermuda cairia sozinha ele deixou cair e se virou, com aquele caralho saltando na cueca, ai ele que não queria me deixa doidinhu nenhum pouco, fico passando a mão no seu próprio corpo ate atingir o caralho e ficar alisando apertando por cima da cueca, eu olhava e já tava louco pra puxar ele pra cama, mas fiquei na minha pra ver onde isso iria dar, eu estava explodindo de tesão. Continuando com as provocações, ele que já estava muito excitado também, resolveu me matar do coração de vez, cara ele apoiou as costas na cama de cima do beliche a com o corpo um pouco pra frente ele ficou meio caidinho pra trás e assim, o FILHO DA MÃE, simplesmente cuspe no seu peito e com o dedo indicador foi passando sua saliva pelo seu peito e descendo ate sua barriguinha, ficando aquele rastro de saliva do peito ate o umbigo, ai não ah santo que me segurasse mais, fui em direção a ele e chegando no seu corpo fui lambendo do umbigo ate o seu peito, toda a sua saliva que ele colocou sobre seu corpo, aproveitando para dar uma boa de uma chupada aquele mamilo, subindo mais dei aquele beijo naquele safado provocador e dei uma puta de uma apertada naquele cassete. Nisso ele fala.
- Chupa!

Eu desci e cai de boca, nem fiz ritual de tirar cueca e nada, só o livrei da cueca deixando-a ali mesmo e cai de boca naquele pau maravilhoso do meu Dé. Cara como eu chupava, de primeira coloquei o máximo que pude na boca e dei uma chupada para deixá-lo bem lubrificado para logo em seguida segurar com meus dedos fazendo tipo um anel bem na base do seu cassete deixando-o bem disponível para minha bokinha ávida. Chupava ora lentamente aproveitando cada cm de seu mastro, explorando todos os tipos de relevos que minha língua poderia sentir, ora tirava inteiramente de minha poça e olhando para aquele cara safado que gemia e se contorcia todo de prazer, passava a língua por todo aquele pau como se fosse um picolé no vento derretendo e você tinha que lamber rápido para não escorrer, mas aquilo que eu mais adorava fazer era chupar com muita força, sugando o máximo, deixando o Dé completamente louco, se contorcendo, gemendo, colocando sua mão em minha cabeça e me forçando a chupar cada vez mais rápido e forte, parava, segurava minha cabeça com as duas mãos e deixando ela parada no lugar então fodia minha boca como se fosse uma bucetinha quentinha e úmida, ele gemia de mais e eu estava nas nuvens, sentia que não iria demorar muito ele estaria gozando, inundando minha cavidade bucal de puro esperma. Estava muito bom àquilo cara, olhar para cima e ver a sua cara de prazer, aquele corpo lindo todo suado e às vezes proporcionando um espetáculo digno à ocasião, quando uma gota de suor descia aquele encosta desbravando cada montanha, cada vale, cada músculo bem desenhado ate atingir sua púbis e me forçando a dar uma boa passada com minha língua na região, sem para de punhetar aquele cassete.
- Fernando rápido cara, seus pais chegaram! Era o Guilherme na porta.
- Ta brincando? Perguntei.
- Não cara rápido eu to indo lá, se apressa ai.

E assim ele saiu, cara eu levantei rápido e olhei para o Dé todo suado, ele estava com uma cara, gente sem noção, olhei para o pau dele estava broxando enquanto ele ficava com uma cara de decepção, sei lá uma cara de CU literalmente, eu fui obrigado a começar a rir enquanto me vestia e ele fazia o mesmo, ele fazia tudo muito lentamente, devia estar puto da vida, acho que ele matava meus pais se pudesse, apenas colocamos as bermudas, ele pegou sua camiseta e secou seu corpo do suor, quando vi que já estávamos recompostos fui abrir a porta ele me puxou pelo braço e me beijou, “Você não me escapa assim fácil de novo não, te amo”. Disse o André, hahahhahahha... demos aquela respirada funda e saímos.

The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert


"Great. That's just what this country needs, a cock in a frock on a rock" hahahahahahahha a melhor fala do filme. TUDOOOO.


Quem não parou um dia para apreciar essa maravilha do cinema Australiano, um filme com glamur, comédia e muito colorido, hahahahahhaha. Hoje estava em casa entediado, mais um domingo a tarde que diga-se de passagem, não me agradam muito, repousei em minha maravilhosa caminha para reassistir pela 100 vez essa obra de arte. o mais incrivel é que mesmo ja tendo assistido muitas vezes, sempre dou boas risadas com esse filme.

Mãiee

O Irmão Esportista XVI – Mãie.


Acordei com o André me chamando para irmos dar uma volta no mar, o mano e o Gui já estavam preparando as pranchas para surfarem, eu levantei, tomei meu café, me troquei, passei protetor solar com a ajuda do Dé, hehehheh que me deu uns tapinhas na bunda, mas deixa eu descrevê-los, o mano estava de, aquela roupa de surfista, o Gui só com uma bermuda, o Dé com uma sunga tipo shortinho e eu com uma bermuda também. Saímos de casa e fomos para a beira mar, o mano e o Gui como já disse foram surfar, o André e eu fomos caminhar e conversar.
- E ai, me conta como foi sua estréia na faculdade, meu gatinhu universitário. Disse o Dé.
- Foi legal, acho que estou no caminho certo, custei a me encontrar, fui de economia a artes visuais, hehehhhe, mas ta bem legal, ainda é muito começo, tudo é introdução, o pessoal fala que a gente só vai começar a ver psicologia mesmo a partir da terceira fase e ainda vai ser muito pouco, daí pra frente que a coisa começa a esquentar.
- Legal, a minha também foi assim, mas se dedica agora no começo porque essas matérias que você pode achar que não tem nada haver com o seu curso, mais pra frente vão fazer falta.
- Realmente, mas eu me dedico tanto que passei sem ficar em dependências, hehehhehe, o único problema é ter que ficar numa sala onde só tem mulher e os únicos homens que tem são feios, aix quem me dera fazer uma medicina ou fisioterapia que só tem gato. Brinkei com o Dé
- É assim né, então ta, mas fico feliz em saber que não tem urubu encima do meu neném.
- Ehhehhehhe. Aixxxxxxx sem comentários né.
- Bom agora é não ter mais aula no sábado, agora só na quinta fase, tem Ética ai é o sábado o dia todo, puts deve ser um saco.
- Não tem nada de saco, é importante, principalmente você que vai trabalhar com pessoas ter ética é fundamental.
- (silêncio)
- Sabe as vezes eu me pego lembrando daquela noite de natal que a gente fico junto.
- E pensa coisa boa? Perguntou ele
- Claro né. Falei olhando para ele sorrindo e ele sorriu olhando para o chão, me olhou com o canto do olho e começou a rir.
- (silêncio)
- Vamos voltar? Perguntou ele.
- Claro, ainda tenho que fazer umas coisas em casa.
- E a Liana?
- Ela esta em Balneário com a Paty, a que inveja cara, hehhehehe.

E assim voltamos para casa, conversando, rindo, nos divertindo, é legal fazer esses programas com a pessoa que a gente gosta, conversar se conhecer melhor, ele me contou varias coisas da sua vida, foi bem legal mesmo.
Chegando em casa fomos no quarto dar uns beijinhos, uns amassos, básicos né, também sou filho de Deus, hehehhe. Mas eu ainda não tava legal, tinha que contar pra ele sobre o Ale e resolvi acabar com aquilo logo.
- Dé.
- Oi.
- Eu... eu tenho que te contar uma coisa. Minhas pernas já tremiam, uma hora eu tinha que contar pra ele e achei esse o melhor momento.
- Sim, fale. Ele continuou em pé e eu sentei na cama, ele me olhou, percebeu que eu não estava muito bem, e também se sentou.
- O que foi Nando? Já perguntou preocupado.
- Eu... Dé... cara eu te amo e... por favor antes de fazer qualquer coisa, me deixa falar.
- Hei o que aconteceu?
- André... ai Deus... Dé eu te... sabe eu não tive como resistir, e quando eu vi que era uma burrada não tinha mais como sair, ele me forçou, me machucou, Dé desculpa cara, eu não queria mais não sabia... Eu custei a falar mais quando falei soltei tudo, quase tudo com frases totalmente desconexas e já começando a engasgar com o choro.
- Para, o que aconteceu? O Dé já me olhava com uma cara, olha mais do que ter que contar isso a ele, era olhar a sua feição, ele já sabia do que se tratava, mas estava precisando ouvir pra confirmar.
- Eu... eu transei com o Alessandro, foi a força cara ele me machucou, eu não queria mais não sabia dizer não, desculpa cara, me perdoa Dé... eu te amo cara. Eu não sabia mais o que falava, o que pensava, e já chorava pra cassete.
- Bem que eu desconfiei que ele te olhava de mais ontem, então é isso?
- Desculpa cara, por favor eu não quero te perder cara.
- Fernando eu não esperava isso de você. Disse ele trancando o choro.
- Desculpa cara, descul... Eu não me agüentava mais
- Fernando eu... preciso de um tempo... eu vou pra casa... pego minhas coisas e... preciso de um tempo depois a gente se fala. Olha eu queria morre naquele instante.

Ele se virou e saiu andando, eu vi que ele estava chorando, cara como dói isso, sei que sou eu o errado, porra sempre sou eu o errado cara, porque eu faço isso? Porque cara, porque tenho que machucar sempre as pessoas que gostam de mim? Eu fiquei ali com a cabeça entre os joelhos chorando, colocando pra fora essa dor que me angustiava, por mais que eu quisesse pensar que não, eu sabia que o que eu fiz foi horrível, porra tantas as vezes que eu cobrei isso do mano cara, e eu fiz pior, o Dé cara, e por mais que eu quisesse também ficar com raiva do Alessandro eu não conseguia, porque eu quis, eu fiz, ele não sabia que eu namorava e muito menos que se tratava do Dé, eu sou o culpado, sempre eu sou o culpado, cara como eu estava me sentindo mal, como eu queria a Liana ali comigo pra me dar uma força, queria minha mãe cara.
Fiquei um bom tempo ali ate que resolvi da uma volta no mar, sentei na areia e fiquei olhando o mar, pensando no que eu iria fazer daqui pra frente, sem o Dé, e como contaria pro mano, apesar de fazer um bom tempo que a gente não se relacionava como amantes, ainda tínhamos aquela coisa um pelo outro e eu sabia que ele não aceitaria isso de qualquer jeito. Quando o sol começou a ficar muito quente, fui para casa, já se tratavam de mais de duas da tarde. Quando cheguei o mano e o Gui estavam me esperando.
- O André? Perguntou o mano.
- Foi embora. Eu com aquela cara de quem choro muito, cansado, mal pra cassete, fui entrando, querendo chegar no banheiro para tomar um banho, e ficar lá deixando a água cair na cabeça.
- Foi embora? Porque você esta com essa cara Fernando? O que tu já aprontou em seu merda. O mano já falou se levantando e pegando no meu braço.
- Me deixa cara, eu só quero um ba...nh...oooo... Voltei a chorar.
- Agora tu vai sentar aqui e me contar o que tu aprontou. Disse ele me jogando numa cadeira da cozinha.
- Calma Rodrigo. Disse o Gui.
- (silêncio) eu fiquei lá chorando de cabeça baixa sem nem conseguir olhar pra cara dele.
- FALA LOGO PORRA. Berrou o mano.
- EU TRANSEI COM O ALESSANDRO E ACABEI DE CONTAR PRO DÉ CARALHO. Falei já gritando também.
- Tu o que? Falou o mano se ajoelhando a minha frente.
- É isso mesmo cara, a gente termino, me abraça manu. Falei abrindo meus braços para abraçá-lo, eu precisava daquilo, como precisava.
- Seu viado filha da puta. A única coisa que senti foi um tapa de mão aberta no meu rosto, que me fez virar a cara, e assustado correr pro quarto.
- Calma Rodrigo, não faz assim que você só vai piorar as coisas cara, por favor. O Gui tentando segurar o mano.
- Eu vou mata aquele pirralho cara, meu irmão, não não é meu irmão, não tenho irmão putinha. Cara eu do quarto só ouvia ele falando e bufando.
- Rodrigo, ele é seu irmão sim querendo ou não, ele nesse momento esta precisando de você cara, ele aprontou, mas antes de julgá-lo vamos saber da historia primeiro como tudo aconteceu, eu quando vi o Alessandro não fui muito com a cara dele não, não estou dizendo que o nando é santo, mas vamos saber de tudo primeiro, se acalma cara, por mim.
- Já era difícil ver ele com o André, mas tudo bem, o André estava cuidando bem dele, mas porra cara, logo com o Alessandro, meu brother, não cara eu vou quebra a cara desse pirralho.
- Cala boca Rodrigo, você não vai fazer nada, cara para e pensa, apesar do nando ter 20 anos, você sabe que ele é muito inocente, tem pouca experiência na vida, você viu ele, queria te dar um abraço ele ta precisando de ajuda cara, não de esporro, a lição dele já esta sendo terminar com o André, você é o irmão dele Rodrigo a pessoa em quem ele vê segurança, proteção, para e pensa cara, o seu irmão ta precisando de você, por mim Rodrigo, conversa com ele com calma e ouve o que ele tem pra falar, depois você vê o que faz. Puts cara viu como o Gui é especial cara.
- Tudo bem, vem comigo Gui? Perguntou o mano, agora com um tom de voz bem mais calmo.
- Vamos.
- Nando, abre a porta cara. Disse o mano.
- Entra.
- SEU PIRRALHO... cara ele entro no quarto dando passos fortes, uma cara de mal, o Gui só conseguiu colocar a mão nas costas dele mas não conseguiu segurar a fera. Eu naquele instante paralisei olhando nos olhos dele e já prevendo um puta de um soco.
- Mano... chegando perto de mim ele abriu os braços e me abraçou forte, puts eu não acreditei, abracei-o também e desabei né.
- Chora vai, bota pra fora, o mano ta aqui pra te proteger, chora isso. Dizia ele me abraçando com a cabeça em meu ombro e passando sua mão direita na minha cabeça fazendo um cafuné.
- O Dé termino comigo mano. Eu chorei, já tinha chorado pacas com o Dé mas aquele abraço eu juro que não esperava, me sentia naquele instante seguro, protegido, meu irmão cara, meu mano.
- Maninho, conta pro seu mano o que aconteceu direito, me explica vai. Disse ele se afastando.
- Eu transei com o Ale, mas eu juro mano, eu não queria, ele quase que me forçou, eu fui pq quis, mas eu não queria, não sabia dizer que não pra ele, e ele me forçou, ai contei pro Dé hoje ele tinha que saber e eu sei que machuco ele de mais e eu sei que ele vai termina comigo e eu sei que... Voltei a chorar.
- Hei calma. Ai o mano fez um sinal pro Gui que estava na porta, e o Gui veio e me abraçou.
- Gui não deixa o Dé termina comigo cara, não deixa, por favor cara, não deixa. Eu tava mal, tudo estava acontecendo tão rápido, a conversa com o Dé, a conversa com o mano, que ate aqui no texto eu ainda não consegui explicar o que eu sentia cara, era dor, medo, magoa, tristeza, sofrimento por fazer o Dé sofrer, insegurança, medo de perdê-lo, ciúmes de imaginar que ele poderia estar procurando consolo com outra pessoa, tudo cara, eu literalmente queria a minha mãe.
- Maninho me conta tudo desde o começo. Ai eu respirei e contei tudo como aconteceu, como vocês já sabem, contei ate a conversa com o Dé. Depois que contei tudo fiquei quieto na minha com muita, mas muita vergonha, de cabeça baixa, e me sentindo um nada completo.
- Maninho, o André, ele te machucou? Perguntou o mano.
- Não cara, eu que machuquei ele, ele saiu daqui chorando cara, pq eu faço isso? Pq eu so assim mano? Me explica cara, me explica.
- É a vida Nando, é a vida, isso também já aconteceu comigo antes, mas sou mais forte que você, por isso você quase nunca me vê chorando, mas sei o que você esta sentindo, o que você fez Fernando não é fácil de aceitar, o André deve sim estar mal pq eu sei que ele realmente gostava de você, mas espero que tenhas aprendido a lição, não vou falar nada com o Ale, mas vou ficar em cima de vocês, e você Fernando vai ter que aprender a negar também, mas caso ele tente algo, eu vou estar por perto, mas isso nem sempre vai acontecer carinha, e tens que aprender a andar com as próprias pernas. Disse o mano numa puta lição de moral.
- Brigado mano, me abraça vai. E assim ele o fez, eu apesar do acontecido estava mais calmo, saber que eu tenho o mano ali do meu lado, sempre foi motivo de segurança pra mim, mas a confirmação do mesmo é especial.
- Manu! Chamei
- Fala carinha.
- Te amo. Disse quando ele estava saindo do quarto pra mim dormir um pouco.
- Também te amo meu maninho. Me deitei e fiquei ali pensando no Dé, queria conversar com ele sabe.

Liguei o som do mano baixinho e fiquei ouvindo a radio, ate que toca uma música muito linda cara, eu quis não chorar mas é quase impossível, mas consegui me controlar e fiquei, sabe quando você fica com o olhar perdido viajando legal, ate que chamei o Gui.
- Gui, Oh Gui. Chamei
- Fala garoto. Falou ele abrindo a porta.
- Cara que música é essa? Perguntei, ele parou um pouco e ficamos escutando.
- É Sarah McLanchlan, mais precisamente Angel.
- Ahm, como você conhece? Pensei que você não curtia esse tipo de música.
- Minha irmã curte, ai já aprendi a ouvir, musicão em?
- Bah e como, quero comprar o CD dela.
- É temo do filme Cidade Dos Anjos.
- Nunca vi esse filme.
- Assiste, é muito bom.
- (silêncio)
- Gui!
- Oi.
- Liga pro André cara, eu tenho que falar com ele.
- Acho melhor não nando, espera ate amanha, deixa ele colocar a cabeça no lugar, pensar, se você ligar agora que ele deve estar com a cabeça quente, vai ser ate pior e ele pode te falar coisas que irão te ofender.
- Uhm.
- Nessas horas nando a tempo é o melhor amigo carinha, não adiante você ficar aqui nesse quarto também sofrendo, remoendo essa dor, se acabar, tinha que acontecer, e você vai crescer e o André também vai, nos próximos relacionamentos não cometerão esse erro.
- Ai Gui dói tanto cara. Lagrimas rolaram novamente dos meus olhos.
- Hei não fica assim carinha.
- É foda cara.

E ali fiquei o resto do dia, sai as vezes pra comer, tomar um banho, mas fiquei ali vendo tv, escutando radio, as vezes conversando com o mano, com o Gui, ate a Cíntia tadinha veio me consolar e mal sabe ela o motivo.
O mano ficou na dele, curtindo, jogando bola e tal, o Gui estava mais preocupado comigo, vinha me ver, saber se eu precisava de algo, ele é um amor de pessoa se você precisar dele é só ligar que o Gui atende, as vezes me vem ate na cabeça de contar pra ele sabre o que ocorreu no começo com o mano e o André, mas não seria legal.
A noite eu estava um pouco melhor, já ria um pouco, eles alugaram um filme e ficamos assistindo, os dois na cama grande comigo, hahahahhah o Rodrigo perto de mim e do Gui se torna um palhaço, na verdade ele é um palhaço, hahahhaha, foi legal.
Dormi antes do filme acabar, acordei a noite e vi o mano bem coladinho no meu corpo me abraçando, levantei um pouco e vi o Gui na outra cama, o mano acordou.
- O que foi nando?
- Nada não, te acordei?
- Deixa pra lá, vem aqui vem. A cara de sono era um sarro, mas deitei e fiquei virado pro lado dele.
- Nando! Disse ele sussurrando, pois eu estava com meu rosto próximo ao dele.
- Oi.
- Te amo ta carinha. Ele disse sem abrir os olhos.
- Também te amo mano. Ele não falou mais nada, só me puxou com sua mão que estava na minha nuca, para um beijo de carinho.

Depois do beijo, ele ficou fazendo cafuné na minha nuca ate dormir, eu tirei a mão dele lentamente me encolhi todo e fiquei pensando, apesar de tudo, e todas as brigas e tudo mais, não tinha esquecido do mano, como homem, mais o afeto dele por mim, o carinho, nossa é incrível, e receber essas coisas dele assim inesperadamente é formidável, mas mesmo assim, o Dé é o Dé e não quero que deixe de ser o meu Dé. Bem se isso será dessa forma ou não, só no próximo conto. : D pode me ofende, hahahhaha adoro fazer suspense.

Medo

O Irmão Esportista XV - MEDO


Como tinha deixado no ar no conto anterior, com o passar dos dias o Alessandro me procurou mais vezes e todas foram exatamente iguais como a primeira, ele sempre me usando para ter o seu prazer e alem de não se importar comigo ainda ria da minha cara, eu ficava cada vez mais me sentindo horrível, usado, um prostituto que faz o serviço e não recebe nada em troca, puts como eu estava me sentindo mal, e para piorar eu não tinha coragem de contar para o mano, tinha muito medo da reação dele.
Meus primos foram pra Porta Alegre e a Mãe as vezes ficava com a gente, as vezes em casa com o pai que ficava em Criciúma para trabalhar, o mano e eu também revezávamos entre praia e casa, pois ele uma semana ficava de férias e outra passava uns 2 dias trabalhando, eu ficava na praia, e me “encontrava” com o Ale, e outras o acompanhava-o.
Sabe por mais que eu odiava aquela situação com o Ale, me sentindo horrível, era o tesão bater, ele aparecer e eu não conseguia dizer não, ele já tomava conhecimento disso e utilizava-se disso para conseguir o que queria. O que vinha me preocupando muito e muito mesmo era o André, cara como isso me deixava preocupado, ansioso, pois eu teria que contar pra ele, afinal estávamos namorando e não conseguiria me deitar com ele passando por aquela situação, o mano acho que conseguia esconder dele porque fazia um bom tempo que não rolava nada com ele.
Mais uma tarde dessas maravilhosas, sol radiante, aquela brisa típica de praia, e para melhorar o dia o Gui estava lá em casa com a gente, obvio que ele e o Rodrigo passaram umas horas trancados no quarto, e eu na rua com o pessoal, ate que...
- Bih Bih!
- Ahm?
- E ai garoto?
- André! Eu estava tomando um suco quase me afoguei e comecei a tossir. O que ele estava fazendo aqui? Melhor, como chegou ate aqui? Ha essa hora? Será que alguém percebeu algo? Puts...
- Fala Nando, tudo bom carinha? Ele chegou normal, me cumprimentou, apertou minha mão, para ninguém perceber nada, olhava para seus olhos e aquele sorriso de felicidade em me rever.
- Oi Dé, puts quero um abraço, quanto tempo cara. Eu não pude conter e meu sorriso se abriu, meus olhos brilhavam em ver a pessoa que eu estava aprendendo a amar e estava morrendo de saudades. Nos abraçamos forte e falei baixinho no ouvido dele.
- Que saudades meu gato, te adoro sabia.
- Também estava com saudades meu neném, e eu te amo Nando. Sussurrou ele no meu ouvido.
- Entra. Sinalizei para ele entrar e se sentar. O pessoal que estava na área conversando comigo saíram, tinha chegado visita né.
- O seu irmão onde está? Perguntou o Dé , depois de certificar-se que não tinha ninguém por perto.
- Hahahahha adivinha? Está no quarto com o Guilherme.
- Uhm boa idéia a dele! Vamos também? Hehehehehe
- Depois, hahahahhaha convidamos eles ai fizemos um surubão, hahahhahahahha!
- Não senhor, você é só meu e eu não divido com ninguém. Falou passando sua mão na minha perna por debaixo da mesa.
- Hehehe, Dé? Você veio pra ficar aqui uns dias né?
- Claro meu gatinhu, quero aproveitar esse tempinho que tenho livre com a pessoa que eu admiro. Aixxx qui fofuuuuuuu

Continuamos a conversar, ele me contando como tinha sido em Joinville com a família, o que fez o que não fez, bem vocês conhecem esses papos básicos pós viajem, hahahhahha. Não demorou muito, escutamos vozes a porta do quarto abrir e o manu e o gui saírem rindo brincando, o Dé e eu ficamos quietos só ouvindo o papo deles:
- Então ta, vou pegar a Patrícia e da um bom trato nela, hahahhahah.
- Vai pode ir, mas ai eu vou sair com o carinha novo lá na academia, Rodrigo com chifres, veja pelo lado bom, você terá uma fantasia para o carnaval, um boi. Hahhahahahahhhaa
- Boi né sua putinha, mas tu gosta de sentir o boi aqui montado na vaca. Nessa hora eu não agüentei e cai na gargalhado o Dé também começou a rir eles aparecera na porta da cozinha.
- André? Perguntou meu irmão assustado, ahahahhahahha ele não esperava encontrar ele ali.
- Dae Rodrigo beleza cara? O Dé se levantou e apertou a mão do mano, e depois a do Gui.
- André esse é o Guilherme, Gui esse é o Dé. Apresentei os dois.
- Prazer!
- Prazer o meu.
- Gui esse é o namorado do Nando, lembra dele lá na festa de natal, no barzinho?
- A sim lembro sim, e ae tudo bem?
- Comigo tudo beleza e com você? O Dé todo sem jeito.
- Também.
- Bem, eu e o Gui estávamos pensando em pedir uma pizza, algo para gente comer alugar uns filmes, o que vocês acham? Disse o mano, aix ele estava apenas de calção de jogador. O Gui estava de bermuda e com uma regata.
- Por mim tudo bem. Respondi. O que você acha Dé?
- Por mim, o que vocês escolherem estará bom.
- Então acertado, vou colocar uma camiseta e o Gui me acompanha, vamos comprar as pizzas e alugar uns filmes.

Já era noite quando eles saíram e logo após a partida deles o André me puxou e me levou para um quarto, fechou a porta e se encostou na parede, ai puts ele me deu aquele beijo.
Ficamos ali abraços, nos beijando, levemente, as vezes algo mais forte, mais intenso, sentia sua língua forçar o contato com a minha querendo relembrar a textura de minha língua, sugava e sentia novamente o gosto de minha saliva e eu também fazia o mesmo, aos poucos o beijo foi cessando e se tornava apenas um contato de lábios, molhados, suaves, sua respiração quente tocava meu rosto e me sentia novamente protegido, acolhido, entre os braços daquele homem.
Ainda de olhos fechados nos afastamos um pouco, apenas os rostos e abrindo os olhos lentamente pude apreciar aqueles olhos negros divinos, minhas mão estavam fechadas e apoiadas sobre os peitos do Dé, como se estivesse dando soquinhos, e assim ficamos nos olhando, ate que soltei um risinho.
- Ta rindo do que?
- Nada, só estou feliz de você estar aqui comigo novamente, você é demais sabia. Falava entre sussurros.
- Você quem é Nando, sabe se fosse qualquer um dos caras que eu já fiquei, neste momento estaríamos na cama transando, e cara, você é o único que me proporciona esses momentos.
- Aix Dé, eu fico ate sem graça, sei lá pra mim namorar é isso.
- Shuuuuhhhh. Fez ele com o dedo na sua boca fazendo sinal para eu ficar quieto e levando o seu dedo ate minha boca para ficar quietinho e assim somente olhando em seus olhos me disse.
- Te amo.
- Puts puts PUUTTSSSSSSSS... cara eu quase chorei. (imagina eu Fernando chorando, que calunia, hahahahhah, brincadeira)
- Me abraça Dé, deixa eu sentir que você é meu, que você vai me proteger, cuidar de mim, me abraça cara. Eu quase chorando abracei aquele homem e repousei minha cabeça no ombro dele com meu olhar perdido no escuro daquele quarto.

Fiquei ali deitado sobre seu ombro me apoiando em seu corpo e me sentindo péssimo, cara como eu iria contar para ele sobre o Alessandro? Não quero perder todo esse carinho esse amor, porra por que fui fazer aquilo? Cara como isso dói, iria contar mas não naquele momento, queria aproveitar esse instante divino, sei que é covardia, é canalhice ou o que for, mas poxa não queria deixar de viver esse momento, sei sim pode me chamar de egoísta, sei que estou errado, mas se coloca no meu lugar cara.
Não demorou muito escutamos o carro do mano.
- Seu irmão chegou. Disse ele olhando pra mim e abrindo aquele sorriso.
- Um ultimo beijo. E assim o fez
- Nando? Já entrou meu irmão ma chamando.
- Oi, uhm que cheirinhu bom!
- Nando me ajuda aqui cara. Fala o Gui entrando com as pizzas, mas quem foi ajudar foi o Dé.
- Obrigado André. Agradeceu o Gui
- Nando, comemos aqui ou levamos tudo para o quarto e assistimos filme comendo? Perguntou meu irmão.
- No quarto é melhor né.
- Então vamos.
- Que filme vocês locaram Gui? Perguntei
- Exorcista e O amor é cego.
- Exorcista? Pra assistir a noite? Aieeeeee....
- Hahhhahahhahhahha ta cum medinhu é bebe? Tirando sarro o manu da minha cara.
- Cala boca seu idiota.
- Nando chega deixa quieto. Disse o Dé pertinhu de mim para o Rodrigo não escutar.
- Vem povo. Chamou o Gui.

Começamos a comer e assistir ao filme de comedia “O amor é cego” gente muito legal o filme, muito bom mesmo rimos pra caramba, eu e o André numa cama e o mano e o Gui em outra, eles estavam na cama de cima do beliche e eu e o Dé na cama de casal de baixo, vendo filme no escurinhu, uhns beijinhus aqui, umas bobicinhas ditas no ouvido ali, e tudo transcorria naturalmente ate que...
- Rodrigo?
- Eu, entra aqui no quarto.
- Ahm vendo filme é, e nem me convidaram. Advinha quem era? Isso mesmo o Alessandro. Todos já tinham se afastado, o Gui desceu para a cama de baixo do beliche e o André se afastou de mim.
- Pizza? Ofereceu o mano.
- Não não, faz tempo que começou o filme.
- Uma hora mais ou menos.
- Dae nando beleza?
- Oi. Puts o filho da p... deu uma olhada pra mim e depois para o André, como quem pergunta, quem é esse ai?
- Esse é o André, e esse ai é o Guilherme. Apresentei tentando disfarçar.
- Dae beleza brow? Disse o Ale para eles.
- Beleza! Respondeu o Dé.
- Beleza, senta ai cara. Retirando as pernas e dando um espaço para o Ale sentar na cama do Gui.

Voltamos a ficar em silêncio, mas o Ale não tirava os olhos de mim e eu olhava e voltava o meu olhar para o filme, foi foda porque teve uma hora em que o Dé deu uma olhada para o Ale, pq ele não parava de me olhar, como dizendo “ta olhando o que meu irmão?”. Eu fiquei na minha, mas o Dé não ficou mais quieto ate que olhou para mim e eu olhei para ele, tava com aquela cara né, ai fiz que não tava entendendo.
- Que foi? Perguntei baixinhu.
- Nada, outra hora a gente conversa.
- Ta. Puts cara, to fudido, ai não presto mais nada pra mim, o que eu não sabia e que depois fui saber da pior forma, é que o mano também percebeu.

O Gui tava puto, hahahahha ele sentou ali e não saia mais, ele louco pra matar a saudade do mano, ele só olhava pra mim com aquela cara, e eu me afinava de rir. É ruim uma situação dessa né, aposto que a maioria já passou por uma igual ou parecida, ahhahahha é a vida. Bem continuando, eu não deixei de dar umas olhadas, claru né, nem o Gui deixou, ahhahahahha ele apareceu lá em casa como sempre quase pelado, estava com um samba canção branco, todo liso sem estampa, muito show, e ele ainda sentou e de pernas abertas se escorou pra trás, puts era só puxar o pano e fazer um boquete, hahahahhahhahahhha, o mais podre, brincadeira.
Acabado esse filme, o Ale foi pra casa, ele já tinha assistido Exorcista e tava afim de dormir, é pq ele detesta dormir, ahhahhaha. Levantamos, lavamos as mãos guardamos as coisas que levamos pro quarto, o mano acompanhou o Ale e chamou o Dé para guardarem os carros na garagem, fecharam a casa e arrumamos as camas para já dormir, o mano foi tomar banho, e voltou só de cueca Box preta, puts eu mereço, o Gui já tinha tomado e ficou de cuecas também, mas com uma regata, o Dé com mais vergonha ficou sem camisa mas com uma cueca e um samba canção, eu como sou um menino comportado, santo, fiquei de cuequinha azul e debaixo do edredom ( a noite na praia faz friuzinhu, era mais medo do que friu mas tudo bem, ninguém sabe disso, disfarça, hahahhahah).
Depois de todos prontos, eu deitado agarradinhu no Dé o mano e o Gui na cama em cima do beliche, colocamos a fita, eu já me encolhia no Dé, as vezes tapando a cara com o edredom, cara é serio eu morro de medo de filmes assim com demônio, tenho trauma daquele filme e daquela guria, ui. Os três vendo o filme na maior, eu tremendo de medo, passei a maior parte do filme com os olhos fechados, tanto que outro dia fui assistir “O chamado” com as meninas e eu sai no meio do filme, puts, mas agora “Sexta feira 13” “Allien” esses filmes assim, eu morro de rir, que ver eu rir com os filmes “A hora do pesadelo” gente tem uma cena de uma língua enorme enrolando na guria, eu só imagino, nossa imagina uma língua dessas lá no... hahahahha uii tesão, ahahahha, mas agora filme que tem demônio, eu me gago.
Estamos vendo o filme quando tem aquela cena da escada, quem já assistiu o filme sabe do que to falando pra quem não sabe conto rapidamente, a menina desce as escadas da casa fazendo uma ponte com o corpo e andando na ponta dos dedos, ai quando ela chega no final da escada ela abre a boca e sai uma sanguera da boca dela, ai logo em seguida fica uns 5 segundo de tela escura, bem vocês já devem saber do mico que eu paguei, quando a tela fico preta, eu dei um berro, sabe não aquele berro, mas aquele susto, e me agarrei no Dé enfiei a cara no edredom deitado com a cabeça quase me enfiando embaixo do pescoço dele, o mano não quis saber de mais nada né, logo quem, ria, ria, mais ria mesmo, que quase chorava de tanto que ria da minha cara.
- kakkakakakkakakakkakakakkakak, é um pirralho mesmo, com medinhu é pirralho, kakakakkakakakkakakkaka.
- Vai te fude Rodrigo, tenho medo sim e daí.
- Akkakakkakakkakakakkakakkakakakakakka, nada não só é um pirralho, kaakakkakakakakak.
- Idiota, vai a merda babaca. Eu fiquei puto com ele.
- Ta Rodrigo, vamos voltar a ver. Disse o Gui.
- Nando, deita aqui. Disse o Dé baixinho pra eu me deitar no seu ombro, eu todo encolhido né.

Acabado o filme, desligamos tudo e fomos dormir, quer dizer deitamos para dormir, pq o medo não deixava eu pregar o olho, ai ficamos ali deitados tentando dormir, beijando muito o Dé, ate que começamos a ouvir.
- Sai Rodrigo, eles estão aqui no quarto também. Dizia o Gui sussurrando.
- Só uma chupadinha cara, olha o meu tesão, só uma. Dizia o mano.
- Não Rodrigo, para cara, por favor.
- Só uma Guilherme, porra to com tesão, com saudades de você, chupa de uma vez. Falou o mano um pouco mais alto, ai eu não deixei barato.
- Vai no banheiro bate punheta Rodrigo e deixa o Gui em paz! Falei.
- É e porque tu não vem chupa pra cala essa tua boca seu pirralho.
- Cala boca Rodrigo.
- Cala boca tu pra vê se não vai apanha. Disse o manu levantando o corpo para eu poder vê-lo e ele também me ver, falou bem brabo, ate pensei que iria apanhar mesmo.
- Chega Rodrigo, deita aqui. Disse o gui puxando o mano.
- E tu também fica aqui quieto. Falou o Dé pra mim, ai olha como ele é lindo ate mesmo brigandu.
- André? Chamou o mano.
- Oi?
- Desculpa ai, por falar aquilo pro pirralho com você ai do lado.
- Tudo bem, esquece. Respondeu o Dé.

E ficamos ali deitados, nos beijando, carinhos ate que todos pegaram no sono, inclusive eu, mas do nada dei um pulo, tive um pesadelo, puts, ate o Dé acordou.
- Que foi nando?
- Me abraça, tive um pesadelo.
- Nossa tais suado em, vem aqui vem, eu to aqui não precisa ter medo. E ficamos ali deitados, ele já tava caindo, quase dormindo, quando chamei ele.
- Dé?
- Oi.
- To com medo, droga pq fui ver esse filme, agora não durmo e nem deixo você dormir. Falei bem baixinhu quase chorando.
- Hei pode parar, eu to aqui, to aqui com você, deita aqui, cola teu rosto aqui no meu, melhor me beija.
- Te amu. Ai cara, puts nunca ninguém fez isso comigo, pelo contrario cara, tiravam sarro da minha cara, como eu amo esse cara.

E assim dormi, ehehhe, acordei no outro dia com o Dé me chamando para a gente ir no mar, mas logo que chegamos em casa, o mano veio atrás de mim pra conversar sobre o Alessandro, aixxx fudeu... bem esse é assunto para o próximo conto. Fui.